Archive for Julho, 2009

Especial 07 anos: "Como a Pixar Promove a Criatividade Coletiva" – Parte 2

Julho 18, 2009
Você que acompanhou o post de ontém sobre o artigo escrito por Ed Catmull escreveu a respeito de como a criatividade e o bom trabalho em equipe são elementos chave para criar um ambiente e resultados de sucesso; que funcionou muito bem para a Pixar Animation Studios e transformou para muito melhor a Disney Animation Studios, além de ser uma visão muito clara e especial a respeito da história da Pixar.

Se você ainda não leu a 1ª parte, confira aqui e retorne para ler a brilhante continuação do artigo escrito por esse grande responsável pelo sucesso dos maiores e mais bem sucedidos estúdios de animação da história e cujos ensinamentos valem para todas as empresas do mundo e, inclusive, para o nosso próprio crescimento pessoal.

Como a Pixar Promove a Criatividade Coletiva
Ed Catmull (parte 2 de 3)

Poder para quem cria

Na produção de um filme, o poder criativo tem de estar com a liderança criativa. Por mais óbvio que soe, não é o que ocorre em muitas empresas da indústria cinematográfica e, suspeito, de várias outras. A nosso ver, a visão criativa que move cada filme vem de um ou dois indivíduos e não de executivos da diretoria ou de um departamento de desenvolvimento. Nossa filosofia é: busque indivíduos criativos, aposte alto neles, dê a todos enorme liberdade e apoio e crie a seu redor um ambiente no qual possam receber um feedback honesto de todos na empresa.

Depois de Toy Story 2 mudamos a missão do departamento de desenvolvimento. Em vez de gerar novas idéias para filmes (seu papel na maioria dos estúdios), a função de nosso departamento é montar pequenas equipes incubadoras para ajudar os diretores a burilar as idéias que tiverem até um ponto no qual possam convencer John e outros colegas hierarquia acima de que a idéia tem potencial para virar um grande filme. Em geral, cada equipe é formada por um diretor, um roteirista, alguns artistas e criadores de storyboards. A meta do departamento de desenvolvimento é achar indivíduos capazes de trabalhar bem juntos. Durante essa fase de incubação não há como julgar uma equipe pelo material produzido, que ainda é muito cru — há muitos problemas, muita coisa em aberto. O que dá para avaliar, sim, é se a dinâmica social da equipe é saudável e se a equipe está solucionando problemas e fazendo progresso. Tanto a alta gerência como o departamento de desenvolvimento são responsáveis por garantir que essas equipes estejam funcionando bem.

Para frisar que a visão criativa é o que mais importa, dizemos que somos “guiados por cineastas”. Há, de fato, dois líderes: o diretor e o produtor. Os dois formam uma forte parceria. Não só se empenham para fazer um grande filme, mas também operam dentro de limites de tempo, verba e pessoal (um bom artista entende o valor de limites). Durante a produção, deixamos decisões operacionais nas mãos dos líderes do filme e não questionamos nem interferimos em suas escolhas.

Aliás, mesmo quando uma produção enfrenta problemas, fazemos o possível para dar apoio sem minar sua autoridade. Uma solução que encontramos é permitir que o diretor peça a ajuda de um “brain trust criativo” (esse comitê de cineastas é um dos pilares de nosso peculiar processo de produção de filmes entre pares — tema importante ao qual voltarei em breve). Se essa ajuda não bastar, às vezes destacamos um reforço para a produção — um roteirista ou um co-diretor — para suprir uma capacitação específica ou melhorar a dinâmica criativa da liderança criativa do filme.

O que é preciso para que um diretor seja um líder de sucesso nesse ambiente? Naturalmente, nossos diretores precisam saber muito bem como contar uma história que se adapte ao meio que é o filme. Isso significa que precisam ter uma visão unificadora — visão que dê coerência às milhares de idéias que compõem um filme — e ser capazes de transformar essa visão em ordens claras que a equipe possa executar. Precisam armar o terreno para que as pessoas tenham sucesso, suprindo todas as informações de que necessitam para fazer corretamente o trabalho — mas sem dizer como fazê-lo. Na produção de um filme, até a menor das tarefas deve ser responsabilidade criativa de alguma pessoa.

Um bom diretor não só possui forte capacidade analítica, mas é capaz de explorar a força analítica e as experiências de vida dos integrantes da equipe. Tem uma grande capacidade de ouvir e se esforça para entender o raciocínio por trás de cada sugestão. Aprecia toda contribuição, venha de onde ou de quem vier, e faz uso das melhores.

Uma cultura de pares

Algo muito importante — e que nos distingue de outras produtoras de cinema — é a maneira como gente de todos os níveis se apóia mutuamente. Toda pessoa está totalmente comprometida em ajudar as demais a fazer o melhor trabalho possível. Há, realmente, a sensação de que é um por todos e todos por um. Nada ilustra melhor esse fato do que o brain trust criativo e nosso processo diário de revisão.

Brain trust. Esse grupo é formado por John e nossos oito diretores (Andrew Stanton, Brad Bird, Pete Docter, Bob Peterson, Brenda Chapman, Lee Unkrich, Gary Rydstrom e Brad Lewis). Quando sentem necessidade de ajuda, um diretor e um produtor convocam o grupo (e quem mais acharem que possa ser útil) e mostram a versão atual do trabalho em curso. A isso se seguem duas horas de uma animada discussão cuja meta é tornar o filme melhor. Aqui, não há espaço para ego. Ninguém oculta o que pensa só para ser cortês. Só dá certo porque todos os participantes sentem confiança e respeito uns pelos outros. Sabem que é muito melhor ouvir dos colegas que há um problema — quando ainda há tempo para consertá-lo — do que do público, quando já é tarde demais. O poder de solucionar problemas desse grupo é imenso e inspirador.

Depois dessa reunião, cabe ao diretor do filme e a sua equipe decidirem o que fazer com os conselhos ouvidos. Ninguém é obrigado a segui-los, e o comitê de cineastas não tem autoridade. É uma dinâmica crucial, pois deixa todo integrante do comitê livre para dar sua opinião especializada sem pudores — e deixa o diretor livre para buscar ajuda e considerar plenamente o conselho ouvido. Foi algo que levamos um tempo para aprender. Quando tentamos exportar a idéia do brain trust à área técnica, o modelo parecia não funcionar. No final, acabei percebendo por quê: tínhamos dado a esses outros grupos certa autoridade. Tão pronto dissemos “Isso aqui é só para um colega dar sua opinião ao outro”, a dinâmica mudou — e a eficácia dessas sessões de revisão aumentou drasticamente.

A origem do brain trust criativo foi Toy Story. Uma crise ocorrida durante a produção desse filme fez surgir um relacionamento especial entre John, Andrew, Lee e Joe — que tinham uma qualificação notável e complementar. Por confiarem uns nos outros, os quatro conseguiam travar discussões bastante intensas, acaloradas — estavam sempre cientes de que o ardor era voltado à história, que não havia nada de pessoal. Com o tempo, à medida que gente de dentro e de fora engrossava nosso time de diretores, o brain trust cresceu e virou aquilo que é hoje: uma comunidade de cineastas magistrais que se reúnem sempre que um colega precisa de ajuda.

Dailies. A prática do trabalhar junto, como iguais, é central a nossa cultura, e não se restringe a diretores e produtores. Um exemplo é a revisão diária do trabalho — o que chamamos de dailies —, um processo para dar e receber feedback constante de modo positivo, baseado em práticas que John observou na Disney e na Industrial Light & Magic (ILM), o braço de efeitos especiais da Lucasfilm.

Na Disney, somente um grupo seleto de indivíduos conferia os copiões produzidos no dia. Dennis Muren, lendário supervisor de efeitos visuais da ILM, decidiu abrir as sessões a toda a equipe de efeitos especiais (John, que veio para minha equipe de computação na Lucasfilm ao sair da Disney, participou dessas reuniões enquanto criávamos os efeitos de animação digital para o filme O Enigma da Pirâmide).

Ao montar uma equipe de animação para Toy Story, no começo da década de 1990, John usou o que aprendera na Disney e na ILM para criar nosso processo diário de revisão. A pessoa mostra o material em estado bruto à equipe inteira de animação — e, embora caiba ao diretor tomar decisões, todo mundo é incentivado a fazer comentários.

Há vários benefícios. Primeiro, ao superar o constrangimento de mostrar um trabalho inacabado, a pessoa se torna mais criativa. Segundo, o diretor ou o chefe de criação que conduz o processo de revisão pode destacar pontos importantes para a equipe inteira ao mesmo tempo. Terceiro, uma pessoa aprende com a outra, inspira a outra; um detalhe de animação altamente criativo vai estimular os outros a melhorar também. Por último, não há surpresas no final: findo o trabalho, acabou-se. O incontrolável desejo de garantir que o material esteja “bom” antes de mostrá-lo aos outros faz crescer a possibilidade de que a versão acabada não seja aquilo que o diretor queria. O exame diário evita esse desperdício de energia.

E amanhã você confere aqui no Planeta Disney a terceira e última parte desse especial com o artigo de Ed Catmull publicado pela Harvard Business Review.

Trilha Sonora de "Hannah Montana: O Filme" já é disco de ouro no Brasil

Julho 18, 2009
Em tempos onde a pirataria vem ganhando muito espaço, conquistar um disco de ouro em vendas de disco não é para qualquer um e mais uma vez o fenômeno pop Hannah Montana consegue alcançar a marca no Brasil. Pelo menos foi o que informou recentemente a assessoria da Disney, que destacou que a trilha sonora de “Hannah Montana: O Filme“, da Walt Disney Records, acaba de conquistar o disco de ouro no Brasil, ao atingir a marca das 33.261 cópias vendidas.

Para CDs internacionais, a trilha sonora já vendeu 30 mil unidades garantem o certificado de disco de ouro emitido pela Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD). Esta não é a primeira vez que um cd da franquia consegue bater essa marca, o primeiro cd da série “Hannah Montana“, também conseguiu bater a marca e ganhou o disco de ouro em vendas.

Enquanto o cd “Hannah Montana”, lançado em fevereiro de 2007, levou mais de um ano para conquistar o certificado de ouro, a trilha sonora do filme Hannah Montana: O Filmedemorou apenas dois meses e meio para conquistar tal feito. E a faixa ‘The Climb‘, continua nos top 10 em São Paulo e o mesmo acontece com o videoclipe, que está entre os 10 mais no canal Multishow.

Lançado no mês de Abril pela Walt Disney Records, o CD Hannah Montana: O Filme traz 18 faixas, incluindo sucessos como ‘You’ll Always Find Your Way Back Home’, ‘Let’s Get Crazy’, ‘Hoedown Throwdown’, ‘Let’s Do This’ e uma nova versão da clássica canção ‘The Best Of Both Worlds’, além do dueto ‘Butterfly Fly Away’, com Billy Ray Cyrus.

Hanna Montana se tornou um fenômeno entre o público teen graças ao seriado de televisão do Disney Channel. Hannah Montana: O Filme estreou nos cinemas brasileiros em 12 de junho e foi visto por mais de 500.000 pessoas e chega em DVD em Setembro, em breve o Planeta Disney apresenta a capa do DVD e os packs que chegarão no país.

Especial 07 anos: "Como a Pixar Promove a Criatividade Coletiva" – Parte 1

Julho 17, 2009
Edwin “Ed” Catmull é um cientista da computação gráfica norte americano e um dos diretores da Pixar e Walt Disney Animation Studios. Como cientista informático, Catmull contribuiu com muitos descobrimentos na área de computação gráfica. Ele é considerado o inventor da técnica Z-Buffer e colaborador no desenvolvimento de várias outras.

Catmull sempre foi fã de animação e encontrou inspiração em “Pinocchio” e “Peter Pan” da Disney para buscar o seu sonho de ser animador de grandes filmes. Seu grande talento e criatividade foi responsável pela modernização e, por que não dizer, uma revolução em várias tecnologias de animação, tanto em 2 quanto em 3 dimensões. Isso chamou a atenção de George Lucas (diretor de “Star Wars”) que o contratou para trabalhar como vice-presidente da divisão de computação gráfica da Lucasfilm onde ajudou a criar a tecnologia de composição de imagem digital, que combina múltiplas imagens de um modo convincente.

Em 1986, Steve Jobs comprou essa divisão transformando-a na Pixar Animation Studios onde Ed Catmull – além de co-fundador – era um dos desenvolvedores chave da tecnologia de renderização que foi usada em filmes como “Toy Story” e “Procurando Nemo”. Depois que a Disney comprou a Pixar, Catmull foi nomeado presidente da Pixar e da Walt Disney Animation. Junto de John Lasseter, parte de seus esforços eram oferecer aos diretores mais controle criativo como colaboradores em seus projetos e oferecer a eles liberdade criativa de utilizar técnicas de animação tradicional.

Tendo visto e participado da ascensão e declínio de várias empresas, Catmull conta, em matéria publicada pela Harvard Bussiness Review, sobre como a criatividade e como gerenciá-la, juntamente com sua equipe (das pequenas às enormes como pode-se ver na foto ao lado dos funcionários da Pixar), é de suma importância para a criação de grandes sucessos. E você vai conferir nesse final de semana essa matéria muito bacana, dividida em 3 partes, sobre “Como a Pixar Promove a Criatividade Coletiva”, onde muitos erram e como qualquer iniciativa pode funcionar muito bem se for levada de maneira criativa, aberta e respeitosa entre os envolvidos. Um lição de negócios aos executivos de todas as áreas e uma aula de história a respeito da maravilhosa história da Pixar Animation Studios.


Como a Pixar Promove a Criatividade Coletiva
Ed Catmull (parte 1 de 3)

Muita gente acha que uma boa idéia é algo mais raro e mais valioso do que um bom profissional. Ed Catmull, superintendente da Pixar e da Disney Animation Studios, não podia discordar mais. A seu ver, essa visão é fundada numa noção equivocada da criatividade — noção que exagera a importância da idéia inicial para a criação de um produto original. Além disso, reflete uma profunda incompreensão de como administrar os altos riscos inerentes à produção de grandes inovações.

Seja na produção de um filme, seja no desenvolvimento de vários outros produtos complexos, a criatividade envolve um grande número de indivíduos de distintas disciplinas que, juntos, tratam de resolver um sem-fim de problemas inerentemente imprevisíveis. Para fomentar a criatividade coletiva, diz Catmull, é preciso seguir três princípios: atribuir a autoridade sobre o desenvolvimento do produto aos líderes do projeto (e não a executivos da área administrativa); criar uma cultura e processos que incentivem as pessoas a partilharem o trabalho ainda em curso e dar apoio umas as outras, como iguais; e derrubar as barreiras naturais que separam distintas disciplinas.

Tendo testemunhado a ascensão e a queda de muitas empresas de tecnologia, Catmull quis garantir que a Pixar estivesse sempre questionando as próprias verdades e buscando falhas capazes de destruir sua cultura. Valores claros, comunicação constante, post-mortens rotineiros e a contínua injeção de sangue novo para desafiar o status quo são coisas necessárias — mas não suficientes para que a empresa siga no rumo certo. Uma liderança forte é crucial para que esses padrões sejam realmente seguidos — e não só da boca para fora. É por isso que Catmull aparece nas sessões de orientação de novos contratados. Ali, fala dos erros que a Pixar cometeu, para que ninguém ache que por ter triunfado a empresa nunca voltará a errar.

Por trás dos sucessos de bilheteria da Pixar há um processo de solução de problemas em que todos ajudam todos.

Anos atrás, o chefe de um grande estúdio cinematográfico, com quem eu almoçava, disse que seu principal problema não era achar gente boa — mas sim achar idéias boas. Desde então, sempre que estou dando uma palestra, pergunto se a platéia concorda com ele. Quase sempre a opinião é dividida ao meio, o que muito me surpreende, pois não podia discordar mais daquele executivo. Sua opinião é fundada numa noção equivocada da criatividade — noção que exagera a importância da idéia inicial para a criação de algo original. Reflete, ainda, uma profunda incompreensão de como administrar os altos riscos inerentes à produção de grandes inovações.

Quando o assunto é inovação — seja tecnológica, seja artística —, o currículo da Pixar é único. No começo da década de 1990 nossa empresa era considerada a grande pioneira tecnológica na arena da animação computadorizada. Anos de pesquisa e desenvolvimento culminaram com o lançamento, em 1995, de Toy Story, o primeiro longa de animação totalmente computadorizada do mundo. Nos 13 anos seguintes, lançamos mais oito filmes (Vida de Inseto, Toy Story 2, Monstros S.A., Procurando Nemo, Os Incríveis, Carros, Ratatouille e WALL·E), todos eles de estrondoso sucesso. Ao contrário da maioria das produtoras de cinema, nunca compramos um roteiro ou uma idéia para um filme de alguém de fora. Toda história, todo universo, todo personagem nosso foi criado internamente por nossa comunidade de artistas. E, ao produzir esses filmes, seguimos ampliando as fronteiras tecnológicas da animação digital, obtendo no processo dezenas de patentes.

Embora não seja tolo a ponto de declarar que jamais teremos um fracasso de bilheteria, não creio que nosso sucesso seja questão de sorte. A meu ver, é fruto da adesão a uma série de princípios e práticas de gestão do talento criativo e do risco. A Pixar é uma comunidade no verdadeiro sentido da palavra. Acreditamos na importância de relações duradouras e temos uma série de crenças básicas. Talento é coisa rara. O papel da gerência não é impedir que as pessoas corram riscos, mas que saibam se reerguer em caso de erro. Ninguém deve ter medo de dizer a verdade. Devemos estar sempre desafiando nossas premissas e buscando falhas capazes de destruir nossa cultura. Nos últimos dois anos, tivemos a oportunidade de conferir se nossos princípios e práticas eram transferíveis. Após a fusão da Pixar com a Walt Disney Company, em 2006, o presidente da Disney, Bob Iger, pediu que eu, o diretor de criação, John Lasseter, e outros executivos da Pixar o ajudassem a reerguer a Disney Animation Studios. Foi o sucesso dessa iniciativa que me levou a compartilhar o que sei sobre como erguer uma organização criativa sustentável.

O que é criatividade?

As pessoas tendem a ver a criatividade como um misterioso ato solitário e a reduzir todo produto a uma única idéia: esse filme é sobre brinquedos, ou dinossauros, ou amor, dirão. Só que, na produção de um filme e no desenvolvimento de vários outros produtos complexos, a criatividade envolve um grande número de indivíduos de distintas disciplinas que, juntos, tratam de resolver um sem-fim de problemas. A idéia inicial de um filme — o chamado high concept, no jargão do setor — não passa de um passo num árduo e longo processo que dura entre quatro e cinco anos.

Um filme contém, literalmente, dezenas de milhares de idéias. Estão na forma de cada sentença, na interpretação de cada fala, no desenho de personagens, cenários e fundos, na posição da câmera, nas cores, na iluminação, no ritmo. O diretor e outros líderes criativos de uma produção não têm, sozinhos, todas as idéias. Cada um dos 200 a 250 integrantes de uma equipe de produção dá sugestões. A criatividade deve estar presente em todo nível de toda esfera artística e técnica da organização. Os líderes peneiram essa montanha de idéias para encontrar aquelas que se encaixam num todo coerente — que sustentem a história —, uma tarefa dificílima. É como explorar um sítio arqueológico sem saber o que se busca ou mesmo se há algo ali a ser encontrado. É um processo que mete medo.

O fato, porém, é que se não estivermos sempre com um pouquinho de medo, não estaremos fazendo nosso trabalho. Em nossa área de atividade, o cliente quer ver algo novo toda vez que vai ao cinema. Isso significa que precisamos correr grandes riscos. Nosso último filme, WALL·E, é uma história de amor entre robôs ambientada num mundo pós-apocalíptico tomado pelo lixo. Antes dele, lançamos Ratatouille, a história de um ratinho francês cujo sonho é ser um chefe de cozinha. Quer mais imaginação que isso?! Quando começamos a produzir esses filmes, simplesmente não sabíamos se dariam certo. Mas, já que precisamos apresentar algo que não seja óbvio, compramos a idéia inicial de alguém e assumimos o risco.

Para agirmos assim, nós, como executivos, devemos resistir à tendência natural a evitar ou minimizar riscos — o que, naturalmente, é mais fácil falar do que fazer. Na indústria cinematográfica, e em muitas outras, esse instinto leva o executivo a optar por imitar o que já fez sucesso em vez de tentar criar algo novo. É por isso que vemos tantos filmes tão iguais uns aos outros. É por isso, também, que há tantos filmes medianos por aí. Para ser original é preciso aceitar a incerteza, ainda que cause desconforto, e ter a capacidade de dar a volta por cima quando a organização assume um risco grande e fracassa. Qual o segredo para poder se recuperar? Profissionais talentosos! Ao contrário do que disse o executivo daquele estúdio durante nosso almoço, encontrar gente assim não é tão fácil.

Igualmente difícil, obviamente, é fazer indivíduos de talento trabalharem bem juntos. Isso exige confiança e respeito — coisas que surgem com o tempo, e que gerente nenhum pode estabelecer na marra. O que podemos fazer, sim, é criar um ambiente que promova relações de confiança e respeito e libere a criatividade de todos. Se conseguirmos, o resultado será uma comunidade vibrante de profissionais talentosos, leais com os colegas e com seu trabalho coletivo — comunidade na qual todos sentem pertencer a algo extraordinário e na qual suas paixões e suas conquistas tornam o grupo um ímã para indivíduos de talento egressos de universidades e de outras empresas. Sei que estou descrevendo a antítese do modelo de independência que predomina na indústria cinematográfica, mas é justamente este o ponto: creio na importância da comunidade.

Raízes de nossa cultura

Minha convicção de que gente inteligente é mais importante do que boas idéias provavelmente não causa surpresa. Tive a sorte de trabalhar com indivíduos incríveis em entidades pioneiras na computação gráfica.Entre meus colegas de faculdade na University of Utah estavam Jim Clark, um dos fundadores da Silicon Graphics e da Netscape; John Warnock, que ajudou a criar a Adobe; e Alan Kay, que criou a programação orientada a objetos. Tínhamos ampla verba (graças à Advanced Research Projects Agency do Departamento de Defesa americano), os professores nos davam carta branca e havia uma troca vibrante e criativa de idéias.

No New York Institute of Technology, onde chefiei um novo laboratório de animação computadorizada, uma das primeiras pessoas que contratei foi Alvy Ray Smith, que promoveu avanços na pintura digital. Foi aí que aprendi que não há problema em contratar gente melhor que você.

Foi então que George Lucas, de Guerra nas Estrelas, me chamou para liderar uma grande iniciativa na Lucasfilm para levar a computação gráfica e a tecnologia digital ao cinema e, posteriormente, a games. Foi espetacular conduzir pesquisas dentro de uma produtora de cinema que buscava romper fronteiras. Lucas não queria a tecnologia só para si — daí permitir que seguíssemos publicando e mantivéssemos nossa rede de contatos no mundo acadêmico. Com isso, conseguimos atrair alguns dos grandes cérebros do setor, incluindo John Lasseter, então animador na Disney e na época empolgado com as novas possibilidades da animação digital.

E há, por fim, a Pixar, que começou como uma produtora independente em 1986 — quando Steve Jobs comprou a divisão digital da Lucasfilm, permitindo que realizássemos o sonho de produzir filmes de animação computadorizada. Steve deu uma base para nossa busca da excelência e nos ajudou a montar uma notável equipe de gestão. Diria que a Pixar reúne o que há de melhor em todos os lugares nos quais trabalhei. Vários de nós estamos juntos há décadas, apostando no sonho de fazer filmes de animação digital. E, até hoje, sentimos prazer em trabalhar juntos.

Foi só durante a produção de Toy Story 2, quando a Pixar viveu uma crise, que minhas idéias sobre como estruturar e operar uma organização criativa começaram a se cristalizar. Em 1996, durante a produção de Vida de Inseto, nosso segundo filme, começamos a trabalhar na seqüência de Toy Story. Embora tivéssemos líderes técnicos em número suficiente para iniciar uma segunda produção, todos os líderes criativos consagrados — o pessoal por trás de Toy Story, incluindo John, que dirigiu o filme, Andrew Stanton, o roteirista, Lee Unkrich, o editor, e o falecido Joe Ranft, supervisor da história do filme — estavam trabalhando em Vida de Inseto. Tivemos, portanto, de montar uma nova equipe criativa com gente que nunca havia dirigido uma produção dessas. Achamos que seria tranqüilo. Afinal, John, Andrew, Lee e Joe nunca tinham cuidado da produção de um longa de animação antes de Toy Story.

A Disney, que na época distribuía e ajudava a financiar nossos filmes, a princípio sugeriu que lançássemos Toy Story 2 diretamente no mercado de venda e locação — ou seja, sem exibição em salas de cinema. Fora o modelo adotado pela Disney para manter vivos personagens e filmes de sucesso. A expectativa era que tanto o custo como a qualidade caíssem. Percebemos logo cedo, no entanto, que ter dois padrões distintos de qualidade no mesmo estúdio faria mal a nosso espírito — e a Disney imediatamente aceitou que a seqüência seria lançada nos cinemas. No lado criativo, porém, a liderança seguiu inalterada, o que acabou sendo um problema.

No estágio inicial da produção de um filme, fazemos um storyboard (uma versão em quadrinhos da história). Em seguida, juntamos o diálogo e uma trilha sonora provisória. É o que chamamos de story reels. Embora sejam bem cruas, as primeiras versões dão uma idéia dos problemas, que no começo de qualquer produção são muitos. Seguimos trabalhando, e cada nova versão em geral fica melhor que a anterior. No caso de Toy Story 2, a idéia inicial do filme era boa, mas os reels não tinham avançado como deveriam quando iniciamos a animação, e não estavam melhorando. Para piorar, os diretores e produtores não estavam cooperando entre eles para fazer jus ao desafio.

A produção de Vida de Inseto finalmente foi concluída, liberando John, Andrew, Lee e Joe para assumir a liderança criativa de Toy Story 2. Considerando o estágio em que a produção se encontrava, 18 meses para concluir o filme teria sido um prazo apertado. Naquele momento, no entanto, havia apenas oito semanas de prazo. Cientes de que o futuro da empresa dependia deles, os integrantes da equipe trabalharam a um ritmo incrível. No final, com a nova liderança, cumpriram o prazo.

Como John e a equipe salvaram o filme? O problema não era a idéia original, que foi mantida. O personagem principal, o boneco caubói Woody, é raptado por um colecionador de brinquedos que pretende despachá-lo para um museu do brinquedo no Japão. Num momento crucial da história, o boneco tem de decidir se vai para o Japão ou tenta fugir e voltar ao garoto Andy, seu dono até então. Já que o filme é um produto da Pixar e da Disney, o público sabe que Woody voltará para Andy. E, se puder adivinhar facilmente o que vai acontecer, não há drama. O desafio, portanto, era levar o público a acreditar que o boneco poderia tomar outra decisão. A primeira equipe não conseguira descobrir como.

A saída encontrada por John, Andrew, Lee e Joe foi acrescentar vários elementos para mostrar medos que um brinquedo poderia sentir — e que um ser humano poderia entender. Um deles foi uma cena batizada de “A história de Jessie”. A boneca Jessie é uma vaqueirinha que será mandada ao Japão com Woody. Jessie quer ir e explica por que ao boneco. Sua história é contada ao público na canção “When She Loved Me”: Jessie fora a alegria de uma garotinha, mas a menina crescera e a abandonara. O fato é que toda criança cresce, a vida muda e, às vezes, é preciso virar a página. Quem está na platéia sabe que isso é verdade e percebe que Woody tem, sim, escolha — o que prende sua atenção. Foi preciso nossa primeira divisão entrar em cena para criar os elementos que fariam a história funcionar.

Toy Story 2 ficou ótimo e foi um sucesso de crítica e de público. Foi, ainda, o momento definidor para a Pixar. Com ele, aprendemos uma lição importante sobre a primazia das pessoas em relação às idéias: nas mãos de uma equipe medíocre, uma boa idéia será arruinada; já uma grande equipe que receber uma idéia medíocre ou dará um jeito nessa idéia ou a descartará e buscará algo melhor, que funcione.

Toy Story 2 nos ensinou também outra lição importante: todo filme que produzimos deve obedecer a um mesmo padrão de qualidade. Todo mundo que trabalhava no estúdio naquele momento fez um sacrifício pessoal imenso para dar um jeito em Toy Story 2. Paramos todas as outras produções. Fizemos o pessoal trabalhar uma quantidade de tempo desumana e muita gente acabou com uma lesão por esforço repetitivo. Mas, ao aceitarmos o sofrimento e o sacrifício pessoal para rejeitar a mediocridade, declaramos, para quem quisesse ouvir, que era inaceitável para nossa comunidade produzir filmes bons e filmes medíocres. Por causa de Toy Story 2, ficou estabelecido em nossa cultura que tudo o que tocarmos tem de ser excelente. E não só nos filmes — mas na produção de DVDs e extras, na produção de brinquedos e de outros artigos de consumo ligados a nossos personagens.

Obviamente, a maioria dos executivos defenderia (ainda que da boca para fora) a tese de que é preciso ter gente de talento e adotar padrões elevados. Quantos, porém, entendem a importância de criar um ambiente que respalde esses talentos e incentive cada um a apoiar os outros para que o todo seja muito maior do que a soma de suas partes? É isso que lutamos para fazer. Direi agora o que descobrimos até aqui sobre que realmente funciona.

Ficou curioso para saber o que realmente funciona? A continuação desse artigo você confere sábado e domingo, aqui no Planeta Disney. Não perca!

"Zeke e Luther" estréia daqui a pouco no Disney XD

Julho 17, 2009
Estréia hoje, dia 17 de julho de 2009, às 21h a mais nova série produzida pelo novo canal da Disney, “Zeke e Luther“. Produzida pelo Disney XD Original, a série é estrelada por Hutch Dano, Adam Hicks, Daniel Curtis Lee e Ryan Newman.

Zeke e Luther conta as aventuras dos amigos de infância que sonham em se tornarem os melhores skatistas do mundo. Esta será uma jornada que irá mostrar os movimentos mais radicais, as maiores e melhores competições, além de uma visita à cidade natal do maior ídolo da dupla, Tony Hawk.

Então não esqueça, a partir de hoje, nas noites de sexta-feira você não pode perder a série “Zeke e Luther“, no Disney XD, às 21h.



Confira uma prévia do que tem no DVD de "A Volta da Montanha Enfeitiçada"

Julho 17, 2009
Já está a venda em todo o Brasil o DVD de “A Volta da Montanha Enfeitiçada” (Return From Witch Mountain), continuação do clássico de sucesso, “A Montanha Enfeitiçada”, que ganhou um remake esse ano. Dirigido por John Hough, o DVD do filme chega as lojas numa edição especial chamada “Walt Disney Clássico” e surpreende pela quantidade de extras presente. Abaixo você confere as novidades do DVD e em breve a resenha completa.


Elenco:
Bette Davis (Letha Wedge)
Christopher Lee (Dr. Victor Gannon)
Kim Richards (Tia)
Ike Eisenmann (Tony)
Jack Soo (Mr. “Yo-Yo” Yokomoto)
Anthony James (Sickle)
Dick Bakalyan (Eddie)
Ward Costello (Mr. Clearcole)
Christian Juttner (Dazzler)
Brad Savage (Muscles)
Poindexter Yothers (Crusher)
Jeffrey Jacquet (Rocky)
Stu Gilliam (Dolan)
William H. Bassett (Operations Officer)
Tom Scott (Monitor)
Helene Winston (Dowager)
Albert Able (Engineer)
Denver Pyle (Uncle Bene)

Especificações
Idiomas: Inglês / Espanhol / Portuguës
Legendas: Inglês / Espanhol / Portuguës
Áudio: 5.1 Dolby Digital (Inglês), 2.0 Dolby Digital (Português, Espanhol)
Formato de Tela: 1,85 Widescreen Anamórfico (16:9)

Bônus Especiais:
# Comentários em Áudio de Iake Eissinmann, John Hough e Kim Richards
# Por Trás Das Câmeras da Seqüência (22:48)
# Um Tesouro Perdido – Christopher Lee, A Entrevista Perdida (10:54)
# Crianças Disney Com Poderes (2:53)
# A Turma Esta de Volta (8:12)
# Álbum dos Estúdios Disney de 1978 (2:58)
# “The Eyes Have It” (7:24)
# Curiosidades Em Pop-Up.

Trailers:
# A Magia Disney
# Branca de Neve e os Sete Anões: Edição Diamante
# UP: Altas Aventuras
# Um Faz de Conta que Acontece
# Bolt: Supercão

Sinopse Oficial: Os irmãos Tony e Tina vieram do espaço e têm uma curiosa energia capaz de ajudar muitas pessoas. Durante suas tão aguardadas férias, o casal de irmãos com poderes paranormais tem de unir forças para impedir que um cientista maligno e sua sócia inescrupulosa consigam fazer os últimos ajustes em uma máquina capaz de controlar pensamentos.


Conheça o "Urso: Agente Especial", novo animado do Playhouse Disney Channel

Julho 17, 2009

Agora chegou a vez da criançada conhecer o mais novo seriado do Playhouse Disney Channel, que estreou recentemente no canal. Estou falando de “Urso: Agente Especial“, uma divertida e emocionante série para crianças em idade pré-escolares, que vão curtir a nova série de segunda a quinta, às 13h, de segunda a sexta, às 20h e aos sábados e domingos, às 9h e 23h30 da noite.

Na série vamos todos conhecer Urso, um agente especial em formação, meigo, adorável e atrapalhado que pede a ajuda dos telespectadores em suas casas para solucionar suas missões. Homenageando os clássicos dos agentes especiais, a série segue as andanças do Urso, um urso de pelúcia que trabalha para a U.N.I.Q.U.E. (United Network for Investigating Quite Usual Events – Rede Unida para a Investigação de Feitos Bastante Habituais), uma organização internacional de animais de pelúcia adoráveis que tem a missão de ajudar as crianças a realizarem tarefas cotidianas como arrumar seus quartos, escovar os dentes ou aprender a usar a biblioteca.

Cada episódio consiste em duas histórias de 11 minutos com títulos criativos como “Gold Flower” e “Carousel Royale”, e quatro canções originais que fazem alusão ao gênero de espiões clássico de uma maneira que atrai a atenção das crianças e que seus pais e educadores também irão gostar.

No começo de cada aventura, Urso encontra-se em um cenário exótico tentando resolver uma arrojada missão de treinamento de agente especial – como escalando uma montanha ou dando um passeio espacial para reparar um satélite sob os olhos atentos dos agentes Wolfie ou Doty. A missão não dá certo quando Paw Pilot, o dispositivo de comunicação do Urso com forma de garra, o interrompe com um “alerta especial”, fazendo com que o Urso perca a concentração e diga “É tudo parte do plano … mais ou menos”. E com isso, o relógio de pulso do Urso se abre revelando a voz misteriosa do seu chefe, o nunca visto Sr. Dos, que o chama para uma missão especial em que o Urso deve ajudar um menino em sua casa realizar uma tarefa cotidiana.

Ao receber a missão especial, Paw Pilot, que se apresenta com o rosto e a voz de uma menina alegre, canta uma canção para o Urso dos “Três passos especiais”, detalhando os passos necessários para realizar a sua tarefa. Por exemplo, no episódio de estreia “Para a vovó com amor!, quando o cartão de feliz aniversário que a Stacey fez para a sua avó cai acidentalmente da bolsa da sua mamãe à caminho da agência dos correios, depende do Urso que a carta chegue à agência. Para isso, ele deve primeiro encontrar o envelope, em seguida colar o selo e finalmente colocá-lo na caixa do correio.

Com a ajuda de uma ampla variedade de dispositivos como Shutterbug, uma joaninha robô que é uma câmera de vídeo; uma lapiseira que é um gancho de escalador e a jaqueta de agente especial do Urso; veículos fabricados na medida, tais como um helicóptero, um trem bala, um carro esportivo e uma motocicleta; equipamentos de agente especial, e, o mais importante, os telespectadores em suas casas que o ajuda a cumprir sua missão especial antes que o relógio fique sem tempo.

Uma vez finalizada a missão especial, Urso volta para seu treinamento que tentava cumprir no começo do episódio, utilizando algo que aprendeu na missão especial do dia e ganhar sua digimedalha que será entregue pelo Sr. Dos. Por exemplo, no episódio de estreia, assim que aprende que deve usar as duas mãos e pernas para alcançar a caixa dos correios, Urso volta para completar sua própria missão de treinamento escalando uma montanha e utilizando as novas habilidades que descobriu. Urso em seguida recompensa os telespectadores com suas próprias digimedalhas como agradecimento pela ajuda que lhe deram para completar a sua missão.

Dubladores:
Agente Especial Urso: Cláudio Galvan
Agente Especial Lobinho: Duda Espinoza
Agente Especial Dotty: Pâmela Domingues
Guia Palmy: Jullie
Senhor Dops: Gutemberg Barros
Avecóptero: Clécio Souto
Estúdio: Delart

Fãs brasileiros colocam os Jonas Brothers em destaque no Twitter

Julho 16, 2009
Os Jonas Brothers foram mais uma vez assunto na internet. Depois de convidarem os fãs a lhes fazerem perguntas via Twitter, das quais eles escolheriam as 30 melhores para responder em matéria na próxima revista Rolling Stones, agora foi a vez dos fãs brasileiros colocarem os irmãs cantores em destaque na rede social. Na noite do último dia 14, duas hashtags (palavras-chave iniciadas por #) tomaram conta dos tópicos mais citados no Twitter em todo o mundo: #BrazilwantsJBagain (Brazil quer Jonas Brothers de novo) e #JBcomebacktoBrazil (Jonas Brothers, retornem ao Brasil). A ação, sugerida pela equipe do site Jonas Brasil, foi iniciada no dia 13 e tomou força no dia seguinte quando as hashtags conseguiram atingir o 1º e 4º lugares dos Trending Topics.

De acordo com o site blablabra, que monitora o conteúdo do Twitter em português, #BrazilwantsJBagain foi ‘twittado’ 5217 vezes somente naquele dia e #JBcomebacktoBrazil, 4721.

Ao que parece, os responsáveis pela conta dos garotos não percebeu a empreitada e nada foi comentado a respeito no perfil @jonasbrothers.

Twitter é uma ferramenta de micro-blogs onde cada usuário tem 140 caracteres para falar sobre o que quiser, pra quem quiser ouvir (no caso do programa, os ‘followers’, as pessoas que seguem perfis do site. Criado em 2006, a rede social Twitter ganhou destaque no mundo quando o atual presidente estaduniense Barack Obama o utilizou durante a campanha e começou a chamar a atenção da mídia e dos usuários brasileiros quando o ator Ashton Kutcher (que estrelou o filme produzido pela Disney “Anjos da Vida” ao lado de Kevin Costner) entrou em “guerra” com a CNN para disputar quem chegaria primeiro à marca de 1 milhão de seguidores. Daí em diante, o Twitter só cresceu e foi atraindo cada vez mais gente para participar. Muitos artistas Disney, inclusive, resolveram aderir ao serviço de micro-blog e, diariamente, estão expondo suas vidas, divulgando seu trabalho e interagindo com seu público. Os Jonas Brothers, por exemplo, estão no Twitter desde o dia 13 de março deste ano.

Ainda essa semana, em comemoração ao aniversário de 7 anos do Planeta Disney, vamos divulgar uma super lista com dezenas de artistas Disney para você seguir no Twitter. Fique ligado!

Daqui a pouco tem "Os Anjos Entram em Campo" no SBT

Julho 16, 2009
Daqui a pouco, o SBT apresenta no Cinema em Casa o longa-metragem, “Os Anjos Entram em Campo” (Angels in the Outfield), comédia dos estúdios de Walt Disney.

Dirigido por Gabrielle Beaumont, o filme de 1994 conta a história de J.P e Roger, dois garotos que vivem há alguns meses num orfanato enquanto esperam os pais. O pai de Roger prometeu buscá-lo, caso seu time, o Angels, fosse líder do campeonato. Graças às orações do garotinho, um anjo atrapalhado, só visto por Roger, vem ajudar o time decadente.

Estrelado por Danny Glover, Christopher Lloyd, Tony Danza e Brenda Fricker, Os Anjos Entram em Campo será exibido hoje, quinta-feira (16) no Cinema em Casa do SBT, por volta das 14h45.

Daqui a pouco tem "Os Anjos Entram em Campo" no SBT

Julho 16, 2009
Daqui a pouco, o SBT apresenta no Cinema em Casa o longa-metragem, “Os Anjos Entram em Campo” (Angels in the Outfield), comédia dos estúdios de Walt Disney.

Dirigido por Gabrielle Beaumont, o filme de 1994 conta a história de J.P e Roger, dois garotos que vivem há alguns meses num orfanato enquanto esperam os pais. O pai de Roger prometeu buscá-lo, caso seu time, o Angels, fosse líder do campeonato. Graças às orações do garotinho, um anjo atrapalhado, só visto por Roger, vem ajudar o time decadente.

Estrelado por Danny Glover, Christopher Lloyd, Tony Danza e Brenda Fricker, Os Anjos Entram em Campo será exibido hoje, quinta-feira (16) no Cinema em Casa do SBT, por volta das 14h45.

Especial 07 anos: Saiba tudo sobre a série "Sunny Entre Estrelas"

Julho 16, 2009

Estreou no dia 29 de maio de 2009, a série Disney Channel, “Sunny Entre Estrelas“, estrelada por Demi Lovato. Exibida todas as sextas-feiras no Zapping Zone, a série acontece nos bastidores de uma produção de Hollywood. O Planeta Disney traz todas as informações sobre a série original Disney Channel. Confira abaixo todas as novidades e informações sobre a série, sua equipe e seu elenco.

Em Sunny Entre Estrelas“, a talentosa Allison “Sunny” Munroe atravessa os Estados Unidos para unir-se ao elenco de “Sem Sentido“, em Los Angeles. O programa para crianças e pré-adolescentes é o mais popular da TV. Seus colegas de elenco são a “rainha” adolescente local Tawni, o super amável Nico, o sociável e engraçado Gardy e a extravagante Zora. Agora, Sunny deve equilibrar de algum modo estas novas amizades enquanto se adapta a maneira de viver em Hollywood que, decididamente, é muito diferente da que vivia com sua família. Enquanto isso, Sunny também deve competir com o galã Chad Dylan Cooper, estrela do programa rival “Mackenzie Falls” e que considera seu trabalho de ator dramático melhor que a carreira de comediante dela.

Estrelado por:
* Demi Lovato como Allison “Sunny” Munroe
* Tiffany Thornton como Tawni Hart
* Sterling Knight como Chad Dylan Cooper
* Brandon Michael Smith como Nico Harris
* Doug Brochu como Grady Mitchell
* Allisyn Ashley Arm como Zora Lancaster

Criado por: Steve Marmel
Produtores Executivos: Brian Robbins, Sharla Sumpter Bridgett, Michael Feldman e Steve Marmel
Produtora: Varsity Pictures e It’s a Laugh Productions
Conteúdo Familiar: Livre para todas as idades | Descrição do programa

A série “Sunny, Entre Estrelas” conta a história de Allison “Sunny” Munroe, uma talentosa garota do Meio Oeste americano que, depois de postar seus vídeos humorísticos caseiros na internet, é descoberta por um produtor de televisão que lhe dá a chance de estrelar “Sem Sentido”, o mais popular programa de comédia para crianças e pré-adolescentes. Depois de se mudar para a Califórnia com sua mãe, Sunny encontra-se com o elenco de “Sem Sentido”, que torce para que sejam seus amigos.

Mas mesmo com sua grande disposição, não consegue conquistar a rainha do elenco, Tawni Hart. Tawni fará de tudo para ser a maior estrela de “Sem Sentido” e se sente ameaçada por sua chegada, temendo que seu brilho seja ofuscado por Sunny. Completam o elenco de “Sem Sentido” a extravagante e original Zora, o confiante e descolado Nico e seu parceiro, o sociável e corajoso Grady.

Além de seus companheiros de elenco, Sunny encontra o galã Chad Dylan Cooper, estrela do popular drama pré-adolescente “MacKenzie Falls”, que grava no estúdio ao lado. Sunny logo entende que o ego de Chad é maior do que ela pode lidar, e há uma rivalidade antiga entre os dois elencos. Juntamente com as brincadeiras dos bastidores, “Sunny, Entre Estrelas” mostra as partes mais divertidas de “Sem Sentido”, que incluem Grady como “Dolphin Boy”, Tawni como a “Queen Bee” e “Pagent Girl”, e Sunny e Tawni como “The Check It Out Girls”.

Estrelando Demi Lovato (de “Camp Rock”, “Quando toca o sino” do Disney Channel) como Allison “Sunny” Munroe; Tiffany Thornton (de “Hatching Pete” do Disney Channel) como Tawni Hart, Sterling Knight (“17 outra vez”) como Chad Dylan Cooper; Brandon Mychal Smith (de “Phil do Futuro” do Disney Channel) como Nico Harris; Doug Brochu (de iCarly) como Grady Mitchell; e Allisyn Ashley Arm (de Dive Olly Dive!) como Zora Lancaster. No elenco fixo estão Nancy McKeon (de “Vivendo e Aprendendo” e “The Division”) como Connie Munroe, e Michael Kostroff (de “The Wire – A Escuta”) como o produtor executivo Marshall Pike.

O programa foi criado por Steve Marmel (de “Yin Yang Yo!” e “Os Padrinhos Mágicos”), que produziu com Michael Feldman (de “As Visões da Raven” e “Cory na Casa Branca” do Disney Channel). Brian Robbins (de “Marcação Cerrada”, “One Tree Hill – Lances da Vida”, “Smallville” e “All That”) e sua parceira de produção, Sharla Sumpter Bridgett (“Motoqueiros Selvagens”, “Coach Carter – Treino para a vida”), também trabalharam como produtores executivos sob a bandeira de produção da Varsity Pictures. “Sunny, Entre Estrelas” é produzido pela It’s A Laugh Productions em associação com Disney Channel. Recebeu a classificação para todas as idades.

Sobre os criadores:
STEVE MARMEL (Criador e Produtor Executivo)
Steve Marmel é o criador e produtor executivo de “Sunny, Entre Estrelas”, a nova série do Disney Channel. Comediante de “stand-up” desde seus 18 anos, também trabalhou como produtor co-executivo e autor principal de “Yin Yang Yo!”, animação da Disney, exibido no Jetix e Disney XD. Em 1996, um executivo da Hanna Barbera assistiu a sua performance e pensou que ele seria ideal como o autor do desenho “Johnny Bravo”. Desde então, ele vem trabalhando sem parar na série. Entre sua autoria e produção são creditadas também as séries animadas “Os Padrinhos Mágicos”, “Danny Phantom” e “A Vaca e o Frango”. Além disso, ele foi produtor e co-autor de todos os filmes e especiais de “Os Padrinhos Mágicos”, incluindo “Abra-Catástrofe” e “A Caçada dos Padrinhos Mágicos”, “Escola, Estou fora! – O Musical”, “O Ídolo das Fadas”, e também os três especiais “Jimmy Timmy: O Confronto”. Ele já foi indicado para vários prêmios Emmy e Annie pelo seu trabalho como autor, produtor e compositor.

Nascido em Los Angeles, Marmel cresceu em Lincolnwood, Illinois. Ele já estrelou seus próprios especiais para os canais HBO e Comedy Central, e apareceu três vezes no programa “The Tonight Show With Jay Leno”. Formou-se na Universidade de Wiscosin, onde especializou-se em Jornalismo. Marmel e sua esposa moram em Los Angeles.

MICHAEL FELDMAN (Produtor Executivo)
Michael Feldman é o produtor executivo da nova série de comédia do Disney Channel, “Sunny, Entre Estrelas”. Feldman trabalhou em famosas séries de humor da Disney, sendo produtor co-executivo de “Cory na Casa Branca”, série oriunda de “As Visões de Raven”, na qual foi consultor supervisor de produção. Anteriormente, foi co-produtor de “The Weber Show”, “Odd Man Out” e “Boston Common”. Feldman fez parte da equipe de escritores de “Temporarily Yours”, editor de história em “The Gregory Hines Show” e editor executivo de história em “The Brian Benben Show”. Créditos adicionais incluídos em “Sim querida” e “Everybody Loves Raymond”. Atualmente Feldman mora em Los Angeles com sua esposa Andrea e seus dois filhos, Ben e Zach.

Elenco:
Demi Lovato (Allison ‘Sunny’ Munroe):
Atriz, música, cantora e compositora, Demi Lovato estrela Allison “Sunny” Munroe, uma talentosa garota do Meio Oeste que, depois que um produtor de televisão descobre seus vídeos caseiros postados em seu site, foi para Los Angeles para se unir ao elenco de “Sem Sentido”, a série de comédia para crianças e pré-adolescentes mais popular da TV, na série “Sunny, Entre Estrelas” no Disney Channel. Lovato estrelou o sucesso original do Disney Channel “Camp Rock” e participou da trilha-sonora, que já recebeu disco de platina. Em 2009, ela estará no filme original do Disney Channel “Programa de Proteção às Princesas”, em que interpreta Rosalinda, uma princesa em perigo que foge de seu país e assume uma vida nova como uma adolescente normal nos EUA. Ela atua com sua melhor amiga da vida real Selena Gomez (de “Os Feiticeiros de Waverly Place”). O álbum solo de Lovato, “Don’t Forget”, foi lançado em setembro de 2008 pela Hollywood Records e contém o grande sucesso “Get Back”. O CD estreou na segunda posição no Top 200 da Billboard, vendendo 89.000 cópias na primeira semana. Ela compôs as músicas do álbum com seus amigos, os Jonas Brothers, com quem ela atuou em “Camp Rock” e viaja na turnê do “Burnin’ Up”. Ela iniciou sua carreira de atriz aos nove anos no papel de Angela em “Barney e seus amigos” no qual ela atuou por dois anos ao lado de Selena Gomez. Durante os anos seguintes ao “Barney”, Lovato compôs mais de 100 músicas e produziu quatro em estúdio, incluindo “Shadow”, que a ajudou a alcançar o papel principal de Charlotte na minissérie “Quando toca o sino” do Disney Channel. Ela também teve um papel importante na série da Nickelodeon “Just Jordan”, uma participação especial em “Prison Break” série da 20th Century Fox e atuou em comerciais de televisão para a Hasbro, o Fort Worth Zoo e a DirecTV. Nascida no dia 20 de agosto de 1992 na cidade de Dallas, no Texas, seus talentos musicais a levaram a inúmeros concursos locais e estaduais quando tinha sete anos. Ela teve aulas com a técnica de estudos vocais, Linda Septien, e ganhou um convite cobiçado para o Septien’s Master Class. Ela também estudou piano, violão e composição, além de dança hip-hop com a coreógrafa Kat Garcia. Ela tem duas irmãs, Dallas e Madison, e sua família agora mora em Los Angeles.

Tiffany Thornton (Tawni Hart):
Tiffany Thornton interpreta a rainha adolescente Tawni Hart na série “Sunny, Entre Estrelas” do Disney Channel. Em 2009, ela também estrelará “Hatching Pete”, filme original do Disney Channel com Jason Dolley e Mitchel Musso. Ela gravou um dueto com Mitchel Musso com “Let It Go”, para a trilha sonora do filme. Thornton saiu do Texas, o estado em que morava, para Los Angeles impulsionada por uma carreira de cantora, mas acabou seguindo a carreira de atriz. Em 2004 ela ganhou sua primeira participação especial na série da Fox “Quintuplets”, e continuou ganhando papéis em programas do horário nobre como em “Caindo na Real”, “8 regrinhas básicas para namorar minhas filhas adolescentes”, “The O.C.”, “Desperate Housewives”, “Jericho”, “Side Order Of Life” e “American Dreams”. Ela também apareceu em “As Visões de Raven”, “Os Feiticeiros de Waverly Place” e “Hannah Montana” do Disney Channel. Nascida em 14 de fevereiro em College Station no Texas, Thornton gosta de esquiar na neve, jogar tênis, andar a cavalo, nadar e fazer ginástica. Ela também está seguindo uma carreira de cantora/compositora.

Sterling Knight (Chad Dylan Cooper):
Sterling Knight interpreta o galã Chad Dylan Cooper no seriado original do Disney Channel “Sunny, Entre Estrelas”. Knight também será visto no aguardado filme da New Line/Warner Bros “17 Outra Vez”, com Zac Efron, Matthew Perry e Leslie Mann do diretor Burr Steers e do produtor Adam Shankman. Suas aparições na televisão incluem as participações em “The Closer – Divisão Criminal”, “Grey’s Anatomy” e “Hannah Montana”. Nos palcos, Knight estrelou em produções de Houston como “On Golden Pond”, “Lost in Yonkers”, “Bye, Bye Birdie” e “Mad Adventures of Mr. Toad”. Nascido em 5 de março de 1989, em Houston no Texas, Knight gosta de tocar violão, jogar golf e snowboarding.

Brandon Mychal Smith (Nico Harris):
Brandon Mychal Smith interpreta o super charmoso Nico Harris na série do Disney Channel, “Sunny, Entre Estrelas”. Em 1996 Smith ganhou um prêmio do Family Television Award e Young Artist Award pela sua atuação como Tayshawn no filme de televisão indicado ao Emmy “O Triunfo: The Ron Clark Story”, ao lado de Matthew Perry. Seus outros papéis em filme foram em “A Gangue está em campo” ao lado de Dwayne “The Rock” Johnson e “Weapons” com Nick Cannon. Smith ganhou um papel no episódio final de “The District” em 2002 e desde então tem tido participações especiais em seriados de televisão muito populares, incluindo “As Visões de Raven” e “Phil do Futuro” do Disney Channel além de “The Shield”, “Bones” e “Desaparecidos”. Nascido em 29 de maio de 1989, Smith é um patinador ávido. Ele vive em Los Angeles e é muito próximo de seus pais e de sua irmã mais nova, Kimberly.

Doug Brochu (Grady Mitchell):
Doug Brochu interpreta o sociável e engraçado Grady Mitchell na série do Disney Channel “Sunny, Entre Estrelas”. Na televisão, Brochu teve um papel regular em “iCarly” da Nickelodeon e participações especiais em “Zoey 101” e fez a voz de um personagem na animação do Disney Channel “Os Substitutos”. Ele também estrelou nas produções de Orlando na Flórida das peças “My Fair Lady” e “Smokey Mountain Christmas”, e as peças “The Play’s the Thing” e “Forever Broadway” em Los Angeles. Nascido em 29 de setembro de 1990, o filme favorito de Brochu é “Kung Fu Panda”. Ele adora cozinhar, tocar piano, flauta e baixo, e pratica esportes ao ar livre como trilhas, pesca, skate, esqui na neve e golfe. Brochu foi criado em Fayetteville, Carolina do Norte, onde seu pai servia como militar, e agora vive em Los Angeles com seus pais, o irmão mais velho Chris e Kaitlyn sua irmã mais nova.

Allisyn Ashley Arm (Zora Lancaster):
Allisyn Ashley Arm interpreta a extravagante Zora Lancaster na série do Disney Channel “Sunny, Entre Estrelas”. Arm percebeu sua paixão pela interpretação quando tinha 4 anos e, desde então, estrelou uma variedade de filmes, programas de televisão, peças de teatro locais e comerciais. Fez papéis em filmes como “Relações Secretas” ao lado de Hank Azaria, Zooey Deschanel e Ray Romano; “Em Pé de Guerra”, com Susan Sarandon e Billy Bob Thornton; “O Grande Dave” com Eddie Murphy; e “O Rei da Califórnia” ao lado de Michael Douglas e Evan Rachel Wood. Na televisão suas atuações incluem a interpretação de um dos trigêmeos de Phoebe Buffay em “Friends”, e participações em “Still Standing – Apesar de Tudo”, “Vanished”, “Back To You”, “Judging Amy”, “Milagres – entre o céu e o inferno”, “Strong Medicine” e o drama “Passions”. Nascida em 25 de abril de 1996, Arm gosta de escrever, ler livros e ouvir música. Ela e sua irmã Josie de 6 anos, moram com os pais e o cachorro Rocky em Los Angeles.

Nancy McKeon (Connie Munroe):
Nancy McKeon interpreta Connie, a mãe de Sunny na série “Sunny, Entre Estrelas” do Disney Channel. Mais conhecida pelo seu papel de Jô na famosa série “Vivendo e Aprendendo”, McKeon também estrelou papéis em “The Division”, “Style & Substance” ao lado de Jean Smart, e “Can’t Hurry Love”, que ela também produziu. Ela estrelou vários filmes para televisão, como “Wild Hearts”, “Furacão – O Dia da Destruição”, “A Cry for Help”, “A Mother’s Gift”, “Love, Honor and Obey”. McKeon também escreveu, produziu e dirigiu o curta-metragem “A Wakening”. Nasceu dia 4 de abril em Westbury, New York, McKeon atualmente mora em Austin no Texas com seu marido e duas filhas.

Michael Kostroff (Marshall Pike):
Michael Kostroff interpreta Marshall Pike, o confuso produtor executivo de “Sem Sentido”,na série do Disney Channel “Sunny, Entre Estrelas”. Kostroff recentemente interpretou o corrupto advogado de gangue, Maury Levy, por cinco temporadas na série “The Wire – A Escuta” da HBO. Seus outros papéis na televisão foram em “Studio 60 on the Sunset Strip” “The Closer – Divisão Criminal”, “Eli Stone”, “Desaparecidos”, “Charmed”, “Malcolm in the Middle”, “ER – Plantão Médico”, “West Wing – Nos Bastidores do Poder”, “Justiça sem limites” e “Veronica Mars – a jovem espiã”. No cinema Kostroff fez um papel coadjuvante em “The Soloist” e “Controle Absoluto”. Kostroff cruzou o país para estrelar papéis em diferentes produções teatrais incluindo a Primeira Turnê Nacional de “Os Produtores” como ator substituto do papel principal de Max Bialystock. Ele viajou novamente com “Les Misérables”, estrelando o cômico e maldoso dono do alojamento Thénardier. Nascido em 22 de maio em New York, Kostroff é o autor do famoso livro “Letters from Backstage”, uma crônica engraçada dos bastidores, de uma vida na estrada com suas duas turnês da Broadway.