Archive for the ‘Críticas’ Category

Crítica: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Abril 12, 2009
A moda das adaptações de livros para as telonas continua forte. Dessa vez a Disney aposta no best seller de Sophie Kinsella, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, que chegou nos cinemas neste fim de semana e promete divertir tanto mulheres quanto homens. Leia a crítica a seguir, que também pode ser vista no nosso parceiro, o Pipoca Combo.

Julgando pelo pôster, muitos podem passar por Os Delírios de Consumo de Becky Bloom achando ser um filme fútil e voltado exclusivamente para o público feminino. Um grande engano, pois o novo longa-metragem da Disney além de apresentar um tema atual, o consumismo exagerado, vai divertir a muitos namorados e amigos que forem acompanhar mulheres ao cinema.

Baseado em dois livros da obra de Sophie Kinsella (Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e Becky Bloom: Delírios de Consumo na 5ª), essa comédia romântica apresenta o mundo glamoroso da cidade de Nova York, cenário perfeito onde a jornalista Rebecca Bloomwood, uma garota adorável e divertida, tem seus melhores momentos do dia fazendo muitas compras.

Certo dia ela se vê demitida de seu emprego e descobre que deve mais de 16 mil dólares em seus cartões de crédito, todo dinheiro gasto apenas em roupas e acessórios. Com tal problema, decide partir em busca de um emprego em sua revista de moda favorita, mas só consegue chegar à porta da revista até, ironicamente, conseguir um emprego como colunista em uma revista de finanças publicada pela mesma editora.

Apresentando uma visão totalmente diferente do que vemos nas colunas de finanças, Rebecca se destaca e acaba fazendo sucesso junto aos leitores da revista onde trabalha, apresentando muito mais vida a esse tema e fazendo com que as mulheres como ela passem a se interessar pelo assunto. Tal atitude desperta a atenção de seu editor, Luke Brandon (Hugh Dancy), que acaba acreditando em seu potencial, graças a sua ousadia. Quando tudo parece ir bem, ela volta a ter problemas, quando se vê forçada a fugir de um neurótico cobrador de dividas que começa persegui lá. Além disso, Rebecca nunca deixa de lado seu desejo compulsivo de compras.

A franquia de livros é um fenômeno internacional e conquistou diversos leitores devotos no mundo inteiro, que se identificam com a personagem, vivida no filme pela atriz Isla Fisher (Penetras Bons de Bico e Três Vezes Amor), que vai confundir a cabeça de muitas pessoas que podem achar ser Amy Adams, a protagonista de Encantada, que também viveu recentemente uma heroína ruiva do estúdio.

Não é apenas a aparência de Isla Fisher que faz o público confundi-la com Amy. No filme ,ela conquista logo na primeira cena em que aparece e estabelecendo uma identificação do público com ela ou, no mínimo, remetendo a memória a algum conhecido com o mesmo perfil. Afinal, de certo modo, todos são um pouco compulsivos às vezes.

O longa estreia num importante momento da atualidade, principalmente na vida dos norte-americanos, que vem vivendo todos os problemas da crise financeira e poderão com mais facilidade se identificar com a personagem, que acredita que comprar seja o melhor a se fazer para se sentir bem e feliz. Vale destacar que as melhores cenas são as de Rebeca mostrando seu lado compulsivo por compras, com direito a verdadeiras loucuras para se conseguir aquela bota ou luva que está em liquidação. Tudo sem cair na gozação, um acerto do longa.

Um ponto forte no filme são os figurinos. Há, evidentemente, alguma similaridade com O Diabo Veste Prada; previsível, pois a já consagrada figurinista Patricia Field foi responsável também pela criação do visual colorido e chamativo de Rebecca Bloomwood.

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é uma divertida comédia romântica que vai chamar mais atenção das mulheres por mostrar um pouco do universo feminino, mas em nenhum momento é um filme exclusivo para elas, se destacando como um divertido romance que tem o dedo do australiano P.J. Hogan, que surpreende a todos novamente dirigindo mais um filme que irá se destacar dentro do gênero, como aconteceu com O Casamento do Meu Melhor Amigo.

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Crítica: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Abril 12, 2009
A moda das adaptações de livros para as telonas continua forte. Dessa vez a Disney aposta no best seller de Sophie Kinsella, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, que chegou nos cinemas neste fim de semana e promete divertir tanto mulheres quanto homens. Leia a crítica a seguir, que também pode ser vista no nosso parceiro, o Pipoca Combo.

Julgando pelo pôster, muitos podem passar por Os Delírios de Consumo de Becky Bloom achando ser um filme fútil e voltado exclusivamente para o público feminino. Um grande engano, pois o novo longa-metragem da Disney além de apresentar um tema atual, o consumismo exagerado, vai divertir a muitos namorados e amigos que forem acompanhar mulheres ao cinema.

Baseado em dois livros da obra de Sophie Kinsella (Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e Becky Bloom: Delírios de Consumo na 5ª), essa comédia romântica apresenta o mundo glamoroso da cidade de Nova York, cenário perfeito onde a jornalista Rebecca Bloomwood, uma garota adorável e divertida, tem seus melhores momentos do dia fazendo muitas compras.

Certo dia ela se vê demitida de seu emprego e descobre que deve mais de 16 mil dólares em seus cartões de crédito, todo dinheiro gasto apenas em roupas e acessórios. Com tal problema, decide partir em busca de um emprego em sua revista de moda favorita, mas só consegue chegar à porta da revista até, ironicamente, conseguir um emprego como colunista em uma revista de finanças publicada pela mesma editora.

Apresentando uma visão totalmente diferente do que vemos nas colunas de finanças, Rebecca se destaca e acaba fazendo sucesso junto aos leitores da revista onde trabalha, apresentando muito mais vida a esse tema e fazendo com que as mulheres como ela passem a se interessar pelo assunto. Tal atitude desperta a atenção de seu editor, Luke Brandon (Hugh Dancy), que acaba acreditando em seu potencial, graças a sua ousadia. Quando tudo parece ir bem, ela volta a ter problemas, quando se vê forçada a fugir de um neurótico cobrador de dividas que começa persegui lá. Além disso, Rebecca nunca deixa de lado seu desejo compulsivo de compras.

A franquia de livros é um fenômeno internacional e conquistou diversos leitores devotos no mundo inteiro, que se identificam com a personagem, vivida no filme pela atriz Isla Fisher (Penetras Bons de Bico e Três Vezes Amor), que vai confundir a cabeça de muitas pessoas que podem achar ser Amy Adams, a protagonista de Encantada, que também viveu recentemente uma heroína ruiva do estúdio.

Não é apenas a aparência de Isla Fisher que faz o público confundi-la com Amy. No filme ,ela conquista logo na primeira cena em que aparece e estabelecendo uma identificação do público com ela ou, no mínimo, remetendo a memória a algum conhecido com o mesmo perfil. Afinal, de certo modo, todos são um pouco compulsivos às vezes.

O longa estreia num importante momento da atualidade, principalmente na vida dos norte-americanos, que vem vivendo todos os problemas da crise financeira e poderão com mais facilidade se identificar com a personagem, que acredita que comprar seja o melhor a se fazer para se sentir bem e feliz. Vale destacar que as melhores cenas são as de Rebeca mostrando seu lado compulsivo por compras, com direito a verdadeiras loucuras para se conseguir aquela bota ou luva que está em liquidação. Tudo sem cair na gozação, um acerto do longa.

Um ponto forte no filme são os figurinos. Há, evidentemente, alguma similaridade com O Diabo Veste Prada; previsível, pois a já consagrada figurinista Patricia Field foi responsável também pela criação do visual colorido e chamativo de Rebecca Bloomwood.

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é uma divertida comédia romântica que vai chamar mais atenção das mulheres por mostrar um pouco do universo feminino, mas em nenhum momento é um filme exclusivo para elas, se destacando como um divertido romance que tem o dedo do australiano P.J. Hogan, que surpreende a todos novamente dirigindo mais um filme que irá se destacar dentro do gênero, como aconteceu com O Casamento do Meu Melhor Amigo.

Crítica: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Abril 12, 2009
A moda das adaptações de livros para as telonas continua forte. Dessa vez a Disney aposta no best seller de Sophie Kinsella, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, que chegou nos cinemas neste fim de semana e promete divertir tanto mulheres quanto homens. Leia a crítica a seguir, que também pode ser vista no nosso parceiro, o Pipoca Combo.

Julgando pelo pôster, muitos podem passar por Os Delírios de Consumo de Becky Bloom achando ser um filme fútil e voltado exclusivamente para o público feminino. Um grande engano, pois o novo longa-metragem da Disney além de apresentar um tema atual, o consumismo exagerado, vai divertir a muitos namorados e amigos que forem acompanhar mulheres ao cinema.

Baseado em dois livros da obra de Sophie Kinsella (Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e Becky Bloom: Delírios de Consumo na 5ª), essa comédia romântica apresenta o mundo glamoroso da cidade de Nova York, cenário perfeito onde a jornalista Rebecca Bloomwood, uma garota adorável e divertida, tem seus melhores momentos do dia fazendo muitas compras.

Certo dia ela se vê demitida de seu emprego e descobre que deve mais de 16 mil dólares em seus cartões de crédito, todo dinheiro gasto apenas em roupas e acessórios. Com tal problema, decide partir em busca de um emprego em sua revista de moda favorita, mas só consegue chegar à porta da revista até, ironicamente, conseguir um emprego como colunista em uma revista de finanças publicada pela mesma editora.

Apresentando uma visão totalmente diferente do que vemos nas colunas de finanças, Rebecca se destaca e acaba fazendo sucesso junto aos leitores da revista onde trabalha, apresentando muito mais vida a esse tema e fazendo com que as mulheres como ela passem a se interessar pelo assunto. Tal atitude desperta a atenção de seu editor, Luke Brandon (Hugh Dancy), que acaba acreditando em seu potencial, graças a sua ousadia. Quando tudo parece ir bem, ela volta a ter problemas, quando se vê forçada a fugir de um neurótico cobrador de dividas que começa persegui lá. Além disso, Rebecca nunca deixa de lado seu desejo compulsivo de compras.

A franquia de livros é um fenômeno internacional e conquistou diversos leitores devotos no mundo inteiro, que se identificam com a personagem, vivida no filme pela atriz Isla Fisher (Penetras Bons de Bico e Três Vezes Amor), que vai confundir a cabeça de muitas pessoas que podem achar ser Amy Adams, a protagonista de Encantada, que também viveu recentemente uma heroína ruiva do estúdio.

Não é apenas a aparência de Isla Fisher que faz o público confundi-la com Amy. No filme ,ela conquista logo na primeira cena em que aparece e estabelecendo uma identificação do público com ela ou, no mínimo, remetendo a memória a algum conhecido com o mesmo perfil. Afinal, de certo modo, todos são um pouco compulsivos às vezes.

O longa estreia num importante momento da atualidade, principalmente na vida dos norte-americanos, que vem vivendo todos os problemas da crise financeira e poderão com mais facilidade se identificar com a personagem, que acredita que comprar seja o melhor a se fazer para se sentir bem e feliz. Vale destacar que as melhores cenas são as de Rebeca mostrando seu lado compulsivo por compras, com direito a verdadeiras loucuras para se conseguir aquela bota ou luva que está em liquidação. Tudo sem cair na gozação, um acerto do longa.

Um ponto forte no filme são os figurinos. Há, evidentemente, alguma similaridade com O Diabo Veste Prada; previsível, pois a já consagrada figurinista Patricia Field foi responsável também pela criação do visual colorido e chamativo de Rebecca Bloomwood.

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é uma divertida comédia romântica que vai chamar mais atenção das mulheres por mostrar um pouco do universo feminino, mas em nenhum momento é um filme exclusivo para elas, se destacando como um divertido romance que tem o dedo do australiano P.J. Hogan, que surpreende a todos novamente dirigindo mais um filme que irá se destacar dentro do gênero, como aconteceu com O Casamento do Meu Melhor Amigo.

Crítica: Drama traz elenco de ponta, mas é Meryl Streep que rouba a cena

Fevereiro 15, 2009
John Patrick Shanley leva dos palcos para os cinemas, sua peça de sucesso, Dúvida” (Doubt), que conta a história do carismático padre Flynn (Philip Seymour Hoffman), que na década de 60, tenta acabar com os rígidos costumes da escola St. Nicholas, no Bronx. Ao fazer isso, ele começa a bater de frente com a irmã Aloysius Beauvier (Meryl Streep), a diretora com mãos de aço que acredita no poder do medo e da disciplina.

A escola recebe o seu primeiro aluno negro, Donald Miller, e o padre Flynn acaba dando atenção ao garoto que não tem amigos e acaba ficando excluído do grupo. Ao perceber tal atenção, a bondosa e inocente irmã James (Amy Adams), comenta suas suspeitas com à irmã Aloysius, que começa uma batalha contra o padre Flynn para descobrir o verdadeiro motivo de sua aproximação com Donald. Mesmo sem provas, tendo apenas sua certeza moral, a irmã tem certeza de suas suspeitas e fará de tudo para banir o padre da escola.


Muitos vão acreditar que a discussão mais forte durante todo o longa-metragem é a desconfiança que a personagem de Meryl Streep tem com as atitudes do padre, pois ela tem certeza concreta de que existe algo a mais na relação entre o padre e o rapaz negro, mas não consegue provar de nenhum jeito. O grande debate apresentado pelo filme, é sim, a briga entre uma igreja moderna tentando acabar com as regras impostas por anos de uma igreja concervadora.

A personagem de Meryl Streep é uma mulher forte, como muitas outras vividas por uma das grandes atrizes da atualidade. Durante toda a produção, vemos uma excelente aula de interpretação, e não apenas da atriz, que é recordista em indicações ao prêmio do Oscar. O também premiado pela academia, Philip Seymour Hoffman (“Capote“), vive o padre Flynn, que tenta de todos os jeitos defender o garoto. Uma cena que vale destacar, é a discussão entre os personagens de Streep e Hoffman, que chega até a arrepiar, com o calor de emoção que vemos.


Além de Streep, temos outras duas atrizes que também conseguiram a proeza de se destacar, Amy Adams e Viola Davis, que mostram com emoção o sofrimento de suas personagens. Amy, que já trabalhou para a Disney em “Encantada“, dando vida a primeira princesa de contos de fadas que se vê no mundo real, vive a doce irmã James, que se sente culpada de ter suspeitado do padre. Já Viola Davis, vive a mãe de Donald, e em apenas uma cena ao lado de Streep, conseguiu se destacar tanto, que recebeu indicações a diversos prêmios, inclusive o Oscar de melhor atriz coadjuvante.

Muitos vão estranhar ao ver que “Dúvida” é uma produção Disney, mas o filme chega com a marca da Miramax, empresa que pertence a Disney nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, o filme chega distribuido pela Disney mesmo e mostra que o estúdio está também trabalhando com filmes de temas fortes e que fazem com que todo o público possa parar para pensar sobre o tema tratado. O melhor do filme, além do elenco de primeira, é deixar a pessoa que o assiste com as mesmas dúvidas, pois você não sabe se as acusassões da irmã Aloysius são mesmo verdadeiras, ou se ela está apenas tentando arrumar uma desculpa para acabar com o padre que está se metendo com o jeito que ela tem de levar aquela paroquia. Uma história muito bem apresentada que fala de verdade e da força da mudança.


Crítica de Léo Francisco
Nota: 8,5


TRAILER OFICIAL

Link: http://videolog.uol.com.br/video.php?id=409043

Crítica: Mesmo com uma história simples, "Bolt: Supercão" é surpreendente

Fevereiro 14, 2009
Desde o início da produção de “Bolt: Supercão“, quando a Disney tirou Chris Sanders, tudo parecia que não ia dar certo com o novo clássico Disney, que traria um cão astro de televisão como protagonista. Tudo atrasou. Campanha publicitária começou faltando menos de seis meses para o lançamento e tudo que era apresentado parecia batido ou então voltado exclusivamente para o público infantil.

Ao assistir “Bolt: Supercão“, fui totalmente surpreendido e imaginei, como todos aqueles problemas e mudanças originaram um dos melhores animados feitos em computação gráfica (CGI) pela Disney, sem contar os animados da Pixar Animation Studio. Filmes Pixar e filmes Disney, não existe mais, hoje todos os animados tem que passar antes pela aprovação de John Lasseter, por isso, não adianta muitos criticarem “Bolt”, dizendo que é inferior a produções da Pixar, pois o animado é só da Disney, isso não existe mais. Um exemplo disso, é o próprio animado, que antes da Disney comprar a Pixar, se chamava “American Dog” e tinha personagens e uma história totalmente diferente, que foi reformulado para estrear nos cinemas com toda a fórmula da Pixar.



No roteiro original, iríamos conhecer um cachorro que estréia em uma popular série de TV, chamado Henry. Por causa do seriado, a cada semana ele tem uma nova aventura no estilo James Bond e gralas a todo o time de produção nunca se fere. Certa noite, ele acaba desmaiando, por não conseguir se safar de uma de suas proezas. Assim que acorda, percebe em um trem em movimento, a milhares de quilômetros de Tinseltown, no meio dos Estados Unidos. Ele terá que apreender a interagir com as pessoas e viver no mundo real, contando com a ajuda de um coelho gigante radioativo e de um gato de um olho só, que prometem ajudar ele a voltar para Hollywood e ter novamente sua vida de astro de volta.

Essa seria a verdadeira história, mas com todas as mudanças o cão mudou de nome e agora é um pastor alemão fofo, que tem um maior apelo para o publico infantil. Bolt não sabe que é um astro de TV e acredita mesmo ser um supercão e ter todos os poderes. Por engano ele acaba sendo levado de
Hollywood para a cidade de Nova York e terá que voltar para resgatar sua dona Penny, que fora sequestrada pelo vilão Dr. Calico, no seriado.

O roteiro aposta na simplicidade, que conquista facilmente quem assiste, mas posso dizer que a técnica de animação vista no longa, já se iguala totalmente a dos filmes produzidos anteriormente somente da Pixar, sendo uma das melhores. A cena de ação que vemos logo no começo do filme, deixa qualquer um paralisado com o realismo que vemos, podendo até dizer que é superior as que vemos em “Os Incríveis“, mostrando o avanço que o estúdio vem tendo a cada animado que é lançado nos cinemas.


Para poder voltar para casa e salvar sua dona, Bolt conta com a ajuda de um hamster obcecado por TV, chamado Rhino (dublado por Leandro Hassum) e uma gata de rua, chamada Mittens (dublada por Maria Clara Gueiros). Em mais um clássico Disney, o estúdio consegue fazer personagens secundários que se destacam até mais que o próprio protagonista, nesse caso o hamster Rhino, uma crítica aos víciados por televisão que esquecem da vida real e acreditam viver a ficção, deve agradar bem mais as crianças. Já a gata Mittens, sem dúvida a melhor personagem do animado, serve como a única personagem pé no chão e realista da história, que com um jeito irônico finge acreditar que Bolt é um supercão, mas ela sabe muito bem que ele é apenas um cão comum e vai tentar ajudar ele a perceber isso.

Outro destaque é a canção feita por Miley Cyrus, “I Thought I Lost You“, interpretada pela cantora do Disney Channel e o ator John Travolta, que ouvimos nos créditos finais. No geral todas as canções são bem feitas e trazem novamente todo o encanto Disney, que conhecemos de anos anteriores. Além da animação de qualidade, o cenário do animado é o que mais se destaca por seu realismo, principalmente nas cenários abertos, mostrando o realismo da natureza.


Apresentando uma história um pouco previsível, por conter algumas referencias de outros animados Disney, como “Toy Story” e até mesmo “O Rei Leão“, Bolt: Supercão” se destaca por ser um animado tecnicamente perfeito e que volta a trazer a magia Disney, que estava em falta nos filmes do estúdio, já a algum tempo. Além disso, o animado vai agradar a pessoas de 2 à 80 anos, trazendo todos os ingredientes necessários para um bom divertimento em família e mostrando a importancia da amizade e que ninguém precisa de poderes para ser um verdadeiro herói.


Crítica de Léo Francisco
Nota: 9,5

Crítica: Justamente é a fantasia que fica faltando em "Um Faz De Conta Que Acontece"

Fevereiro 14, 2009
O ator Adam Sandler está de volta nessa nova comédia voltada para toda a família, após estrelar comédias mais adultas (para os jovens), que ultimamente não veem agradadando em nada a muitos fãs e também a crítica. Dessa vez um filme da Walt Disney Pictures, Um Faz De Conta Que Acontece (Bedtime Stories), ele vive o personagem Skeeter Bronson, um tipo de faz-tudo de um hotel. Do dia para a noite, ele tem sua rotina mudada totalmente, quando sua irmã (Courteney Cox), tem que viajar e deixar a cidade por motivos profissionais, com isso, ele passa a cuidar de seus dois sobrinhos todas as noites.

O jeito que ele descobre para distrair as crianças é contar histórias, antes delas dormirem. O que ele não imagina, é que todas as histórias que ele conta, viram realidade no dia seguinte. No começo, ele pensa que é o que ele fala que se torna realidade e usa isso para seu próprio beneficio, mas ele vai descobrir que é apenas o que as crianças contam que se torna realidade.



Em todas as histórias que
Skeeter conta a seus sobrinhos ele vai parar em lugares que poderiam gerar grandes surpresas a todos, como na Roma Antiga, Velho-Oeste, Medieval e outra Galáxia. Todos os figurinos e cenários estão super bem produzidos e não ficam devendo em nada, mas isso acaba não adiantando e o filme não funciona, pois em todas as cenas, as piadas apresentadas são fracas e fica sempre faltando algo.

No filme, Adam Sandler lembra e muito seu personagem em O Paizão“, mostrando que trabalha e se da muito bem ao lado de crianças. Ao lado de Adam Sandler, temos a participação de Courteney Cox, que poderia ser um grande ponto alto no filme e em sua divulgação, mas isso não acontece. Sua participação é super pouca no filme, podendo ser considerado até um erro, pois a atriz ainda tem um grande números de fãs que ligam sua imagem a sua famosa personagem, a Mônica Geller, do seriado de sucesso “Friends“. Vale destacar, que ela acaba lembrando em diversas cenas a personagem do seriado, quando mostra seu lado mãe neurótica pelo bem estar dos filhos.

O diretor Adam Shankman, tinha vindo da excelente adaptação de “Hairspray: Em Busca da Fama” e tinha todas as cartas para fazer um ótimo filme, mas tropeça nessa comédia de fantasia, que apresenta poucas cenas verdadeiramente engraçadas (porquinho da Índia não tem graça) e que fica devendo e muito na parte de fantasia.

Um Faz De Conta Que Acontece” fica devendo e muito no quesito magia Disney, o que seria essencial nesse longa, que poderia chegar a ser excelente conto de fadas mordeno do estúdio, como aconteceu recente com “Encantada” (2007). O filme tem uma idéia muito boa, que poderia gerar um ótimo filme de fantasia, mas apresentam alguns erros, que o transformam em mais um filme sessão da tarde, como muitos outros. O filme vale ser assistido, mas deve causar estranheza aos fãs de Adam Sandler (jovens), por ser voltado exclusivamente para o público familiar.

Crítica de Léo Francisco
Nota: 6,0

Crítica: "Wall-E" prova que falta pouco para a Pixar chegar a perfeição

Fevereiro 14, 2009
Vencedor do prêmio de melhor filme do ano segundo a Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles, nos EUA, sem duvidas “Wall-E” é um dos longas-metragens que marcou o ano de 2008 e deve ser lembrado como um dos melhores animados do estúdio, pois quem iria imaginar que um animado com um protagonista feito de ferro e que não apresenta falas, iria conquistar a todos.

Transportados para uma galáxia não muito distante, conhecemos então um robô muito determinado chamado WALL-E. Após anos sozinho cuidando da limpeza da Terra, Wall-E acabará adquirindo um defeito, uma personalidade. Muito curioso e adorável, ele conhece um robô de busca de alto design chamada EVA, que lhe finalmente apresenta uma nova razão para viver.

Os quarenta minutos iniciais não apresentam diálogos, mas isso em nenhum momento é desculpa para dizer que o animado é cansativo ou monótono, já que somos apresentado de modo gracioso e engraçado ao dia-a-dia do robozinho, que a cada minuto vai começando cativar e conquistar as pessoas, nos levando ao seu mundo. Vale destacar que as faltas de diálogos são substituídas pelo excelente trabalho de som realizado pelo estúdio.

Outro ponto a se destacar é a mensagem ecológica que o animado apresenta, mostrando um possível futuro que podemos viver se continuarmos produzindo lixo. Os humanos são apresentados na animação brilhantemente obesos e cada vez mais isolados do mundo externo, dando importância apenas ao que assistem em telas, mostrando assim, que um animado além de entreter, pode apresentar uma mensagem importante sobre problemas que estamos vivendo.

Para não dizer que o animado é perfeito em todos os sentidos, vale destacar que ele perde um pouco de força no terceiro ato, quando Wall-E chega a nave, mas nada que prejudique o animado como um todo. Com isso, a Pixar prova mais uma vez que consegue pegar uma simples história e dar vida a ela, além dos personagens diferentes do que estamos acostumados que ganham sentimentos, fazendo com que todos torçam por essa linda e empolgante história de amor, mostrando que duas máquinas podem sim se apaixonar. Mais que uma animação, esse animado é um excelente entretenimento para pessoas de todas as idades.


Crítica de Léo Francisco
Nota: 9,5

Crítica: Disney aposta nos Chihuahua para conquistar toda a família

Fevereiro 14, 2009
Apostando mais uma vez em comédias com animais, a Disney parece que mais uma vez acertou na formula de sucesso de público familiar. Surpreendendo a todos em sua estréia nos Estados Unidos, chega a vez de nós brasileiros conferirmos “Perdido pra Cachorro“, um filme 100% família que conta a história de uma cachorrinha Chihuahua de raça, chamada Chloe (voz de Drew Barrymore). Ela vive em Beverly Hills e é uma perfeita patricinha, que usa botinhas, roupas de marca, sempre combinadas, acessórios brilhantes e gosta demais de sua vida de luxo.

Sua dona, a milionária Vivian (Jamie Lee Curtis), acaba tendo que fazer uma rápida e importante viagem de negócios, e não pode levar seu bem mais precioso. Como não consegue achar nenhuma babá para tomar conta de Chloe em sua ausência, ela resolve deixa-lá com sua irresponsável sobrinha, Rachel (Piper Perabo), que decide viajar com as amigas para o México e levar a Chihuahua junto, sem a tia ficar sabendo.

O problema surge quando Chloe desaparece no México e acaba indo parar em uma rinhas de cães na Cidade do México. É então que entra em ação Papi (voz de George Lopez), um Chihuahua vira-lata, que trabalha com o paisagista na casa de Vivian. Ele é apaixonado por Chloe e quando descobre que sua amada está em perigo, parte com seu dono, Sam (Manolo Cardona) e Rachel em busca da cachorrinha. Presa, Chloe conhece um pastor alemão chamado Delgado (dublado por Andy Garcia), que promete ajuda-lá a voltar para casa e também a protege de bandidos querem sequestra-lá.

A nova aposta do estúdio tem como ponto forte os cenários e parte da cultura mexicana à que somos apresentados, destaque a festa do dia dos mortos, que pode ser vista em uma rápida cena, onde a protagonista descobre que no país, tal festa acontece para todo o povo celebrar a volta dos famíliares, que faleceram e de acordo com a cultura, retornam nesse dia. A festa é de origem indígena e era comemorada antes da chegada dos espanhóis, pois se tem relatos que os povos astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam essa comemoração.

Em determinados momentos, alguns personagens acabam fazendo o filme perder seu ritmo, existe falta de carisma e alguns até atrapalham a história em determinados momentos. Caso do rato ladrão e seu parceiro, um lagarto, que tentam ser engraçados com suas trapalhadas, mas podiam simplesmente serem retirados de várias cenas, aonde não fariam falta.

Perdido pra Cachorro” apresenta uma história razoável e está longe de ser um filme ruim. Seu grande problema é cair na mesmice, apresentando fórmulas de sucesso vista em outros filmes,
como o animado, “A Dama e o Vagabundo“, aonde vemos o amor florescer entre casais de níveis sociais diferentes e até mesmo na comédia, “As Patricinhas de Beverly Hills“, a patricinha metida, acaba com o tempo vendo o mundo com outros olhos e percebem que compras e produtos de grife não são tudo na vida. Sem grandes surpresas a nova comédia da Disney é um bom divertimento para toda a família e fãs de filmes de animais.

Crítica de Léo Francisco
Nota: 7,5

Crítica: Disney aposta nos Chihuahua para conquistar toda a família

Fevereiro 14, 2009
Apostando mais uma vez em comédias com animais, a Disney parece que mais uma vez acertou na formula de sucesso de público familiar. Surpreendendo a todos em sua estréia nos Estados Unidos, chega a vez de nós brasileiros conferirmos “Perdido pra Cachorro“, um filme 100% família que conta a história de uma cachorrinha Chihuahua de raça, chamada Chloe (voz de Drew Barrymore). Ela vive em Beverly Hills e é uma perfeita patricinha, que usa botinhas, roupas de marca, sempre combinadas, acessórios brilhantes e gosta demais de sua vida de luxo.

Sua dona, a milionária Vivian (Jamie Lee Curtis), acaba tendo que fazer uma rápida e importante viagem de negócios, e não pode levar seu bem mais precioso. Como não consegue achar nenhuma babá para tomar conta de Chloe em sua ausência, ela resolve deixa-lá com sua irresponsável sobrinha, Rachel (Piper Perabo), que decide viajar com as amigas para o México e levar a Chihuahua junto, sem a tia ficar sabendo.

O problema surge quando Chloe desaparece no México e acaba indo parar em uma rinhas de cães na Cidade do México. É então que entra em ação Papi (voz de George Lopez), um Chihuahua vira-lata, que trabalha com o paisagista na casa de Vivian. Ele é apaixonado por Chloe e quando descobre que sua amada está em perigo, parte com seu dono, Sam (Manolo Cardona) e Rachel em busca da cachorrinha. Presa, Chloe conhece um pastor alemão chamado Delgado (dublado por Andy Garcia), que promete ajuda-lá a voltar para casa e também a protege de bandidos querem sequestra-lá.

A nova aposta do estúdio tem como ponto forte os cenários e parte da cultura mexicana à que somos apresentados, destaque a festa do dia dos mortos, que pode ser vista em uma rápida cena, onde a protagonista descobre que no país, tal festa acontece para todo o povo celebrar a volta dos famíliares, que faleceram e de acordo com a cultura, retornam nesse dia. A festa é de origem indígena e era comemorada antes da chegada dos espanhóis, pois se tem relatos que os povos astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam essa comemoração.

Em determinados momentos, alguns personagens acabam fazendo o filme perder seu ritmo, existe falta de carisma e alguns até atrapalham a história em determinados momentos. Caso do rato ladrão e seu parceiro, um lagarto, que tentam ser engraçados com suas trapalhadas, mas podiam simplesmente serem retirados de várias cenas, aonde não fariam falta.

Perdido pra Cachorro” apresenta uma história razoável e está longe de ser um filme ruim. Seu grande problema é cair na mesmice, apresentando fórmulas de sucesso vista em outros filmes,
como o animado, “A Dama e o Vagabundo“, aonde vemos o amor florescer entre casais de níveis sociais diferentes e até mesmo na comédia, “As Patricinhas de Beverly Hills“, a patricinha metida, acaba com o tempo vendo o mundo com outros olhos e percebem que compras e produtos de grife não são tudo na vida. Sem grandes surpresas a nova comédia da Disney é um bom divertimento para toda a família e fãs de filmes de animais.

Crítica de Léo Francisco
Nota: 7,5