Archive for the ‘Leitura Extra’ Category

Leitura Extra: Reveja algumas lembranças de Michael Jackson com a Disney

Junho 26, 2009
Sem duvida nenhuma, o dia de hoje foi marcado por mais noticias e especiais sobre o cantor e rei do pop Michael Jackson, que morreu na tarde de ontem nos Estados Unidos. A mídia mundial só fala dele e destacamos hoje no nosso leitura extra uma matéria especial que o jornalista e amigo Celbi Vagner Pegoraro, do Animation-Animagic. Fica a dica de leitura.

Lembranças de Michael Jackson

E continuam as lembranças de Michael Jackson. O amigo Didier Ghez, dono do incrível blog Disney History, contou em recente post sobre sua entrevista com o autor e jornalista Bob Thomas para sua série de livros “Walt´s People” (o volume 10 será focado inteiramente em suas entrevistas com artistas e membros da família Disney). Bob Thomas contou sobre como foi o encontro de Michael Jackson com a enfermeira de Walt Disney, Hazel George.

Encantado pela enfermeria ter passado tantos anos trabalhando com Walt Disney, Michael Jackson acabou quase arruinando a entrevista que Thomas fez com ela. O jornalista conseguiu fazer todas as perguntas, mas ao fim ouviu de Hazel para Michael: “Volte e venha me ver novamente e não traga ele junto” – apontando para o jornalista – “Ele fala demais!”. É claro que se Thomas não tivesse falado tanto não haveria entrevista.

Michael Jackson era um notório fã de Disney, fazendo inúmeras visitas aos parques e colecionando diversos ítens importantes. Não por menos, idolatrava Peter Pan que serviu de base para o seu rancho Neverland. Lá existem alguns adereços criados pelos imagineers de Disney no fim dos anos 1980.

O blog Cartoon Brew publicou outra prova de seu interesse por Disney – uma foto (veja ao lado) de Michael Jackson ao lado do mestre da animação Ward Kimball e sua esposa, Betty. Já o site LaughingPlace.com publicou artigo da Lenda Disney, Bob Gurr, conta como foi a experiência de trabalhar ao lado de Michael Jackson, e como foi o seu encontro com os imagineers Marc Davis e Al Bertino.

Jackson não era só fã de Disney. Adorava Bart Simpson. Por conta disso, procurou os produtores para criar uma música para a série. Daí surgiu “Do the Bartman”, uma canção pop rap para o álbum de 1990 dos Simpsons “The Simpsons Sing the Blues”. A canção foi composta por Michael Jackson e Bryan Loren, mas Jackson não obteve qualquer crédito porque estava sob contrato com outra gravadora. Confira “Do The Bartman” aqui.

E para fechar, um destaque para uma sequência em animação do filme “Moonwalker” (1988). Você pode assistir aqui a sequência “Speed Demon” produzida por Will Vinton para o filme. O SBT exibirá “Moonwalker” hoje às 23h15 na Tela de Sucessos.

Leitura Extra: Reveja algumas lembranças de Michael Jackson com a Disney

Junho 26, 2009
Sem duvida nenhuma, o dia de hoje foi marcado por mais noticias e especiais sobre o cantor e rei do pop Michael Jackson, que morreu na tarde de ontem nos Estados Unidos. A mídia mundial só fala dele e destacamos hoje no nosso leitura extra uma matéria especial que o jornalista e amigo Celbi Vagner Pegoraro, do Animation-Animagic. Fica a dica de leitura.

Lembranças de Michael Jackson

E continuam as lembranças de Michael Jackson. O amigo Didier Ghez, dono do incrível blog Disney History, contou em recente post sobre sua entrevista com o autor e jornalista Bob Thomas para sua série de livros “Walt´s People” (o volume 10 será focado inteiramente em suas entrevistas com artistas e membros da família Disney). Bob Thomas contou sobre como foi o encontro de Michael Jackson com a enfermeira de Walt Disney, Hazel George.

Encantado pela enfermeria ter passado tantos anos trabalhando com Walt Disney, Michael Jackson acabou quase arruinando a entrevista que Thomas fez com ela. O jornalista conseguiu fazer todas as perguntas, mas ao fim ouviu de Hazel para Michael: “Volte e venha me ver novamente e não traga ele junto” – apontando para o jornalista – “Ele fala demais!”. É claro que se Thomas não tivesse falado tanto não haveria entrevista.

Michael Jackson era um notório fã de Disney, fazendo inúmeras visitas aos parques e colecionando diversos ítens importantes. Não por menos, idolatrava Peter Pan que serviu de base para o seu rancho Neverland. Lá existem alguns adereços criados pelos imagineers de Disney no fim dos anos 1980.

O blog Cartoon Brew publicou outra prova de seu interesse por Disney – uma foto (veja ao lado) de Michael Jackson ao lado do mestre da animação Ward Kimball e sua esposa, Betty. Já o site LaughingPlace.com publicou artigo da Lenda Disney, Bob Gurr, conta como foi a experiência de trabalhar ao lado de Michael Jackson, e como foi o seu encontro com os imagineers Marc Davis e Al Bertino.

Jackson não era só fã de Disney. Adorava Bart Simpson. Por conta disso, procurou os produtores para criar uma música para a série. Daí surgiu “Do the Bartman”, uma canção pop rap para o álbum de 1990 dos Simpsons “The Simpsons Sing the Blues”. A canção foi composta por Michael Jackson e Bryan Loren, mas Jackson não obteve qualquer crédito porque estava sob contrato com outra gravadora. Confira “Do The Bartman” aqui.

E para fechar, um destaque para uma sequência em animação do filme “Moonwalker” (1988). Você pode assistir aqui a sequência “Speed Demon” produzida por Will Vinton para o filme. O SBT exibirá “Moonwalker” hoje às 23h15 na Tela de Sucessos.

Leitura Extra: Reveja algumas lembranças de Michael Jackson com a Disney

Junho 26, 2009
Sem duvida nenhuma, o dia de hoje foi marcado por mais noticias e especiais sobre o cantor e rei do pop Michael Jackson, que morreu na tarde de ontem nos Estados Unidos. A mídia mundial só fala dele e destacamos hoje no nosso leitura extra uma matéria especial que o jornalista e amigo Celbi Vagner Pegoraro, do Animation-Animagic. Fica a dica de leitura.

Lembranças de Michael Jackson

E continuam as lembranças de Michael Jackson. O amigo Didier Ghez, dono do incrível blog Disney History, contou em recente post sobre sua entrevista com o autor e jornalista Bob Thomas para sua série de livros “Walt´s People” (o volume 10 será focado inteiramente em suas entrevistas com artistas e membros da família Disney). Bob Thomas contou sobre como foi o encontro de Michael Jackson com a enfermeira de Walt Disney, Hazel George.

Encantado pela enfermeria ter passado tantos anos trabalhando com Walt Disney, Michael Jackson acabou quase arruinando a entrevista que Thomas fez com ela. O jornalista conseguiu fazer todas as perguntas, mas ao fim ouviu de Hazel para Michael: “Volte e venha me ver novamente e não traga ele junto” – apontando para o jornalista – “Ele fala demais!”. É claro que se Thomas não tivesse falado tanto não haveria entrevista.

Michael Jackson era um notório fã de Disney, fazendo inúmeras visitas aos parques e colecionando diversos ítens importantes. Não por menos, idolatrava Peter Pan que serviu de base para o seu rancho Neverland. Lá existem alguns adereços criados pelos imagineers de Disney no fim dos anos 1980.

O blog Cartoon Brew publicou outra prova de seu interesse por Disney – uma foto (veja ao lado) de Michael Jackson ao lado do mestre da animação Ward Kimball e sua esposa, Betty. Já o site LaughingPlace.com publicou artigo da Lenda Disney, Bob Gurr, conta como foi a experiência de trabalhar ao lado de Michael Jackson, e como foi o seu encontro com os imagineers Marc Davis e Al Bertino.

Jackson não era só fã de Disney. Adorava Bart Simpson. Por conta disso, procurou os produtores para criar uma música para a série. Daí surgiu “Do the Bartman”, uma canção pop rap para o álbum de 1990 dos Simpsons “The Simpsons Sing the Blues”. A canção foi composta por Michael Jackson e Bryan Loren, mas Jackson não obteve qualquer crédito porque estava sob contrato com outra gravadora. Confira “Do The Bartman” aqui.

E para fechar, um destaque para uma sequência em animação do filme “Moonwalker” (1988). Você pode assistir aqui a sequência “Speed Demon” produzida por Will Vinton para o filme. O SBT exibirá “Moonwalker” hoje às 23h15 na Tela de Sucessos.

Leitura Extra: Reveja algumas lembranças de Michael Jackson com a Disney

Junho 26, 2009
Sem duvida nenhuma, o dia de hoje foi marcado por mais noticias e especiais sobre o cantor e rei do pop Michael Jackson, que morreu na tarde de ontem nos Estados Unidos. A mídia mundial só fala dele e destacamos hoje no nosso leitura extra uma matéria especial que o jornalista e amigo Celbi Vagner Pegoraro, do Animation-Animagic. Fica a dica de leitura.

Lembranças de Michael Jackson

E continuam as lembranças de Michael Jackson. O amigo Didier Ghez, dono do incrível blog Disney History, contou em recente post sobre sua entrevista com o autor e jornalista Bob Thomas para sua série de livros “Walt´s People” (o volume 10 será focado inteiramente em suas entrevistas com artistas e membros da família Disney). Bob Thomas contou sobre como foi o encontro de Michael Jackson com a enfermeira de Walt Disney, Hazel George.

Encantado pela enfermeria ter passado tantos anos trabalhando com Walt Disney, Michael Jackson acabou quase arruinando a entrevista que Thomas fez com ela. O jornalista conseguiu fazer todas as perguntas, mas ao fim ouviu de Hazel para Michael: “Volte e venha me ver novamente e não traga ele junto” – apontando para o jornalista – “Ele fala demais!”. É claro que se Thomas não tivesse falado tanto não haveria entrevista.

Michael Jackson era um notório fã de Disney, fazendo inúmeras visitas aos parques e colecionando diversos ítens importantes. Não por menos, idolatrava Peter Pan que serviu de base para o seu rancho Neverland. Lá existem alguns adereços criados pelos imagineers de Disney no fim dos anos 1980.

O blog Cartoon Brew publicou outra prova de seu interesse por Disney – uma foto (veja ao lado) de Michael Jackson ao lado do mestre da animação Ward Kimball e sua esposa, Betty. Já o site LaughingPlace.com publicou artigo da Lenda Disney, Bob Gurr, conta como foi a experiência de trabalhar ao lado de Michael Jackson, e como foi o seu encontro com os imagineers Marc Davis e Al Bertino.

Jackson não era só fã de Disney. Adorava Bart Simpson. Por conta disso, procurou os produtores para criar uma música para a série. Daí surgiu “Do the Bartman”, uma canção pop rap para o álbum de 1990 dos Simpsons “The Simpsons Sing the Blues”. A canção foi composta por Michael Jackson e Bryan Loren, mas Jackson não obteve qualquer crédito porque estava sob contrato com outra gravadora. Confira “Do The Bartman” aqui.

E para fechar, um destaque para uma sequência em animação do filme “Moonwalker” (1988). Você pode assistir aqui a sequência “Speed Demon” produzida por Will Vinton para o filme. O SBT exibirá “Moonwalker” hoje às 23h15 na Tela de Sucessos.

Leitura Extra: Pixar Animation Studios realiza último desejo de uma fã

Junho 19, 2009
O site do G1, postou essa tarde uma comovente nota sobre uma criança norte-americana, que teve seu último desejo realizado pelos estúdios da Pixar antes de falecer.

Colby Curtin, de 10 anos, apresentava um tipo raro de câncer e tinha como último desejo de vida assistir a animação “UP: Altas Aventuras“, em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos. Como seu estado era muito grave a família entrou em contato com o estúdio que realizou o sonho da menina, que veio a falecer horas depois da exibição.

UP: Altas Aventuras” estréia em Setembro no Brasil. Confira a nota completa abaixo:

Pixar exibe ‘Up’ para realizar último desejo de menina com câncer

Estúdio promoveu sessão particular na casa da criança, nos EUA. Colby Curtin, de 10 anos, teria morrido sete horas depois de ver o filme.

Diagnosticada com um tipo raro de câncer, a americana Colby Curtin, de 10 anos, tinha um último desejo a ser realizado antes de morrer: assistir ao filme “Up”, nova animação da Pixar.

A família da menina, que mora em Huntington Beach, na Califórnia, ligou insistentemente para o estúdio pedindo ajuda para satisfazer a vontade da menina, que já estava em estado de saúde grave.

De acordo com o site “OC Register”, a Pixar enviou um funcionário no dia 10 de junho à casa de Colby para uma sessão particular do longa-metragem de animação, que atualmente está em cartaz nos cinemas americanos. A menina teria morrido cerca de sete horas após assistir ao filme.

Segundo a família da criança, Colby lutava contra um câncer de fígado havia três anos.

A animação “Up” conta a história de um idoso que perde sua esposa e resolve tentar voar ao pendurar sua casa em milhares de balões. Ele embarca nessa aventura na companhia de um garoto.

Leitura Extra: Pixar Animation Studios realiza último desejo de uma fã

Junho 19, 2009
O site do G1, postou essa tarde uma comovente nota sobre uma criança norte-americana, que teve seu último desejo realizado pelos estúdios da Pixar antes de falecer.

Colby Curtin, de 10 anos, apresentava um tipo raro de câncer e tinha como último desejo de vida assistir a animação “UP: Altas Aventuras“, em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos. Como seu estado era muito grave a família entrou em contato com o estúdio que realizou o sonho da menina, que veio a falecer horas depois da exibição.

UP: Altas Aventuras” estréia em Setembro no Brasil. Confira a nota completa abaixo:

Pixar exibe ‘Up’ para realizar último desejo de menina com câncer

Estúdio promoveu sessão particular na casa da criança, nos EUA. Colby Curtin, de 10 anos, teria morrido sete horas depois de ver o filme.

Diagnosticada com um tipo raro de câncer, a americana Colby Curtin, de 10 anos, tinha um último desejo a ser realizado antes de morrer: assistir ao filme “Up”, nova animação da Pixar.

A família da menina, que mora em Huntington Beach, na Califórnia, ligou insistentemente para o estúdio pedindo ajuda para satisfazer a vontade da menina, que já estava em estado de saúde grave.

De acordo com o site “OC Register”, a Pixar enviou um funcionário no dia 10 de junho à casa de Colby para uma sessão particular do longa-metragem de animação, que atualmente está em cartaz nos cinemas americanos. A menina teria morrido cerca de sete horas após assistir ao filme.

Segundo a família da criança, Colby lutava contra um câncer de fígado havia três anos.

A animação “Up” conta a história de um idoso que perde sua esposa e resolve tentar voar ao pendurar sua casa em milhares de balões. Ele embarca nessa aventura na companhia de um garoto.

Leitura Extra: "Hannah Montana" é destaque na Revista Veja dessa semana

Junho 8, 2009
Com sua estréia agenda para a próxima sexta-feira, dia 12 de Junho, “Hannah Montana: O Filme“, comédia romântica dos estúdios Disney baseado na famosa série do canal, ganha destaque na edição da Revista Veja dessa semana.

A matéria de Sérgio Martins destaca a estréia do filme nos cinemas e fala um pouco do fenômeno que é a franquia no mundo inteiro, pois a personagem Hannah Montana é conhecida por crianças, adolescentes e adultos do mundo inteiro.

Quem nunca ouviu falar de Hannah Montana pelo menos uma vez na vida? O Planeta Disney destaca a matéria que vale ser conferida pelo fãs que fazem a contagem regressiva para a estréia do filme no Brasil, que acontece daqui a 5 dias.


A menina de 1 bilhão de dólares

Por que Miley Cyrus, a protagonista de Hannah Montana – O Filme, é a adolescente mais poderosa do mundo do entretenimento


Em Hannah Montana – O Filme (Hannah Montana: The Movie, Estados Unidos, 2009), em cartaz a partir desta sexta-feira no país, o pai da estrela adolescente do título desconfia que ela dá mais valor à fama do que à família e a carrega para sua cidade natal, no estado de Tennessee. Ali, em meio a gente trabalhadora e honesta, que só larga seus afazeres para cantar e dançar country music, ela aprende ditados valorosos como “a vida é uma escalada, mas a vista é ótima”, paquera um caubói certinho e até impede a construção de um shopping center na localidade. Trata-se de uma tolice, claro – e também de um sucesso. O filme faturou 33 milhões de dólares em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, muito mais do que outros “derivados” de seriados de TV da Disney (a aposta em Lizzie McGuire: O Filme e Jonas Brothers: The 3D Concert Experience decepcionou: o primeiro faturou 17,3 milhões de dólares na estreia, e o segundo ficou na casa dos 12,5 milhões). A razão desse desempenho é uma só: Miley Cyrus, que no seriado e no filme interpreta Miley Stewart, uma garota comum que à noite coloca uma peruca loira para se tornar a estrela da música pop Hannah Montana.

Miley, de 16 anos, é a adolescente mais poderosa do showbiz. Nos Estados Unidos, seu seriado é visto por 4 milhões de espectadores e rende 1 bilhão de dólares em produtos licenciados (no Brasil existem 300 bricabraques com a marca). No ano passado, ela faturou 25 milhões de dólares e ficou na 35ª posição na lista de personalidades mais influentes elaborada pela revista americana Forbes. Todo esse sucesso é movido pela faixa de público hoje mais cobiçada no mercado de entretenimento: os pré-adolescentes, como é chamada a garotada entre os 9 e 13 anos. Eles são responsáveis por fenômenos como High School Musical, pelos Jonas Brothers e, claro, por Miley Cyrus: a trilha sonora de Hannah Montana já bateu a marca de 1 milhão de cópias vendidas. Miley, porém, é um ícone à parte nesse universo, por ser capaz de atrair não apenas as meninas, como também os meninos – que a acham bonita e gostam de seu jeitinho sapeca.

Miley dispõe de outra vantagem ainda: tem uma carreira paralela, com músicas que podem cair no gosto dos adultos (sem falar em outros atributos, mostrados numa foto reveladora feita para a revista Vanity Fair no ano passado, a qual causou considerável bafafá). Efetuar essa transição é essencial na carreira dos artistas adolescentes, em geral marcada por uma sina cruel: quando crescem, perdem a graça e amargam o ostracismo. Miley tem dentro de casa o exemplo de como a fama pode ser transitória. Ela é filha de Billy Ray Cyrus, um caubói de araque que nos anos 90 emplacou um sucesso country. Ray hoje trabalha ao lado da filha em Hannah Montana – no papel, muito secundário, de pai de Miley.

Fonte: Revista Veja

Leitura Extra: "UP: Altas Aventuras

Maio 31, 2009
Estreou na última sexta-feira, dia 29 de Maio, nos Estados Unidos, o 10º longa-metragem de animação da Pixar Animation Studios, “UP: Altas Aventuras“. Por sua estréia e por ser o filme a abrir o festival de Cannes, o animado foi noticia em diversos veículos nacionais como UOL Cinema, G1, Folha Online, entre outros.

O longa conta a história de Carl Fredricksen, um senhor idoso que passou toda a sua vida sonhando em explorar o planeta e viver plenamente a vida. Porém, aos 78 anos de idade, a oportunidade parece ter passado por ele até que uma reviravolta do destino e um persistente explorador da natureza de oito anos chamado Russell lhe dão uma segunda chance na vida.

O Planeta Disney traz quatro matérias que falam sobre assuntos diferentes do animado para vocês e espero que curtam as leituras. Ao lado segue a arte do novo pôster do animado que estréia nos cinemas brasileiros apenas no dia 04 de Setembro, usando a tecnologia Disney Digital 3D.


Estúdios Pixar confirmam seu auge com o nostálgico “Up – Altas Aventuras”

Não dá nem pra comparar. A Dreamworks de Steven Spielberg pode fazer grandes sucessos como “Shrek”, mas a Pixar faz animações melhores. Depois do ousado “Wall-E”, o estúdio de John Lasseter volta com “Up – Altas Aventuras”, a primeira animação em 3D a abrir o Festival de Cannes, uma homenagem nostálgica aos grandes filmes de aventura na linha de “A Volta ao Mundo em 80 Dias”.

Viúvo e solitário, o vendedor de balões aposentado Carl Fredricksen (a cara de Spencer Tracy) está prestes a ser enviado para um asilo quando resolve fugir de maneira original: amarra centenas de balões coloridos no telhado e faz sua casa voar pelos ares, levando-o até as montanhas da América do Sul.

Só não contava que um menino teimoso, o aprendiz de escoteiro Russell, o seguisse na viagem. Lá, eles encontram um recluso explorador (a cara de Kirk Douglas, dublado por Christopher Plummer) e seu exército de cachorros falantes. A imagem da casa voando com os balões coloridos é daquelas que colam na memória. Mas mais do que belas imagens ou animação de última tecnologia, a Pixar tem sempre bons personagens e uma história nostálgica, que lembra também o otimismo e o valor da amizade dos filmes de Frank Capra nos anos 30.

“Levamos cerca de quatro anos em cada um dos nossos filmes. Nesse tempo, quase três anos são dedicados ao roteiro, mais do que os dois anos dedicados à animação”, disse Lasseter na coletiva. Sobre a honra de abrir Cannes, o diretor Pete Docter brincou: “É certamente um dos momentos mais altos de nossa carreira. Não vejo a hora de ver o povo de black-tie usando óculos 3-D na sessão de gala”.

Lasseter assumiu que “Up” tem grande influência do animador japonês Hayao Miyazaki, diretor de filmes como “A Viagem de Chihiro”. “É um mestre que celebra sempre os momentos calmos em seus filmes. Ele nos ensina que a história precisa respirar, não pode ter só ação”.

Sobre o futuro da animação, Lasseter também é nostálgico. “Todos agora querem enterrar o 2D, virou o novo bode expiatório da animação. Dizem que as pessoas não aguentam mais o 2D, mas acho que elas só não querem histórias ruins. Em breve, vamos viver um retorno da boa e velha animação a mão”, afirmou, citando o próximo projeto da Disney, o tradicional “A Princesa e o Sapo”.


Fonte: Cinema UOL

Cannes decola com filme de animação em 3D “Up”

CANNES (Reuters) – Uma comédia de aventura animada ajudou a infundir otimismo na abertura do Festival de Cinema de Cannes este ano, quando o maior e mais glamuroso evento do cinema se preparava para desenrolar o tapete vermelho, na quarta-feira.

Dirigido por Peter Docter e produzido pelo estúdio Pixar, da Disney, “Up” já foi saudado como triunfo em críticas antecipadas e foi aplaudido calorosamente na sessão inicial para a imprensa, na qual jornalistas usaram óculos especiais para enxergar seus efeitos tridimensionais.

“Uma aventura cativante de uma dupla improvável que se torna mais engraçada e empolgante à medida que avança”, foi a descrição feita pelo jornal especializado Variety do filme, história de um vendedor aposentado de balões e um escoteiro que voam para a América do Sul.

“Up” não faz parte da competição principal em Cannes, mas acrescenta ao festival o toque de magia de Hollywood que é uma parte grande da mística de Cannes e pode ajudar a contrabalançar o clima de ansiedade e cautela na cidade este ano.


Fonte: Cinema Uol

Sentimos muito pelo padre brasileiro, dizem produtores de animação da Pixar

Animação conta história de velhinho que viaja suspenso por balões. Longa-metragem foi exibido nesta manhã na programação de Cannes. Tudo não passa de uma mera coincidência, mas a história do padre brasileiro que desapareceu em Santa Catarina e foi encontrado no estado do Rio de Janeiro há cerca de um ano, ao tentar bater um recorde voando com balões de festa, emocionou a equipe de “Up – Altas aventuras”, nova animação da Disney/Pixar que foi exibida pela primeira vez à imprensa nesta quarta-feira (13) no Festival de Cannes.

Escolhido para a sessão de gala de abertura do evento, logo mais às 14h (horário de Brasília), o longa conta a história de Carl, um velhinho de 78 anos que perde a mulher e decide voar para a América do Sul amarrando milhares de bexigas coloridas em sua casa.

“Nós ouvimos falar do padre. Sentimos muito por ele”, disse o produtor-executivo Bob Peterson em entrevista coletiva nesta manhã em Cannes. “Nos Estados Unidos também tem um sujeito que junta dinheiro e duas vezes por ano sai fazendo a mesma coisa.” O episódio do padre Adelir de Carli, no entanto, não inspirou nem alterou o rumo do filme, que já vinha sendo escrito há quatro anos.

Em tom meio de brincadeira, o diretor do longa, Pete Docter, afirmou que tomou toda cautela para evitar que o feito do viúvo voador de “Up” tentasse ser repetido por desavisados em casa. “A primeira coisa que fizemos foi perguntar aos cientistas: quantos balões seriam necessários para fazer uma casa dessas levantar voo? Eles disseram: 26,5 milhões de balões. Então não há risco”, defendeu. “De todo modo, há gente que faz essas coisas mesmo assim, não seremos nós que vamos mudar isso”.

Docter revelou também que durante a fase de produção da animação, ele e sua equipe viajaram ao Brasil para visitar Roraima, especialmente as serras de escarpas típicas da região, na fronteira com a Venezuela, que serviram de inspiração para os belos cenários de “Up”. “Ficamos escalando por dez horas. Eram dez animadores suando para chegar no topo”, diverte-se o animador, que entre outros assina também a direção de “Monstros S/A”.

Herói da terceira idade
Décimo filme de longa-metragem da Pixar, “Up” segue a tradição de ousadias – alguns chamariam de risco comercial – do estúdio fundado por John Lasseter, que chegou a colocar um rato na cozinha como herói do filme “Ratatouille” e a apresentar quase 30 minutos de imagens sem diálgos na abertura de “Wall.E”. Protagonizado por um senhor da terceira idade, capaz de afastar as sempre abundantes ofertas de licenciamento no mundo da animação, “Up” aposta num ritmo mais lento, contemplativo, recheado de silêncios, que Lasseter credita à influência de Hayao Miyazaki, de “A viagem de Chihiro”.

“É o que nos permite focar nos personagens”, afirmou Lasseter na coletiva. “O importante, para mim, sempre foi achar o coração da história. Com a tecnologia que temos hoje, sei que podemos fazer sempre algo bonito, colorido, mas o mais difícil, o desafio, é encontrar o coração.”

Parte de uma tradição que começou em Cannes ainda na década de 1940, com a premiação do desenho “Dumbo”, da Disney, “Up” escreve um novo capítulo na história do festival ao transportar o público da sessão de gala de abertura ao novo mundo do cinema em tecnologia 3D. “Estou muito feliz. Abrir um dos festivais de maior prestígio do mundo é uma grande coisa nas nossas carreiras, mas o que quero ver mesmo hoje à noite é a imagem de toda essa gente dentro da sala de smoking e óculos 3D”, brinca.


Fonte: Portal G1

Festival de Cannes abre com desenho e relembra “fiasco” brasileiro

O 62º Festival de Cinema de Cannes começou nesta quarta-feira com a exibição do filme “Up – Altas Aventuras”.

Trata-se da primeira animação a abrir o evento, o que foi amplamente comentado pela impressa internacional.As revistas “Paris Match” e “Variety” comentaram a abertura, que fez história em Cannes, e lembraram o filme que abriu o festival no ano passado, “Ensaio sobre a Cegueira”, de Fernando Meirelles.

A “Variety”, revista especializada na indústria cinematográfica dos EUA, aproveitou para alfinetar o filme do diretor brasileiro –duramente criticado no ano passado pela publicação. “‘Up – Altas Aventuras’ é uma mudança profunda das aberturas em Cannes nos últimos anos, incluindo ‘Um Beijo Roubado’ e o de 2008, ‘Ensaio sobre a Cegueira’ (que teria sido mais divertido com óculos 3-D)”, publicou a revista. A “Variety” elogiou a escolha de “Up”. “Apesar de rumores incansáveis sobre a frequência, o mercado e a gripe suína, o 62º Festival de Cinema de Cannes começou nas alturas com ‘Up – Altas Aventuras’, o desenho da Disney-Pixar que trouxe um elemento de diversão –uma palavra nem sempre associado a festivais de cinema– para o Croisette”, começa o texto sobre o festival na revista.

Já a revista francesa “Paris Match” publicou um texto intitulado “L’aventure, c’est l’ouverture” (a aventura é a abertura, em tradução livre). Já na introdução, o texto informa que os produtores dos estúdios Pixar e Walt Disney tiveram sorte com a recepção favorável do filme.


Fonte: Folha Online

Leitura Extra: "UP: Altas Aventuras

Maio 31, 2009
Estreou na última sexta-feira, dia 29 de Maio, nos Estados Unidos, o 10º longa-metragem de animação da Pixar Animation Studios, “UP: Altas Aventuras“. Por sua estréia e por ser o filme a abrir o festival de Cannes, o animado foi noticia em diversos veículos nacionais como UOL Cinema, G1, Folha Online, entre outros.

O longa conta a história de Carl Fredricksen, um senhor idoso que passou toda a sua vida sonhando em explorar o planeta e viver plenamente a vida. Porém, aos 78 anos de idade, a oportunidade parece ter passado por ele até que uma reviravolta do destino e um persistente explorador da natureza de oito anos chamado Russell lhe dão uma segunda chance na vida.

O Planeta Disney traz quatro matérias que falam sobre assuntos diferentes do animado para vocês e espero que curtam as leituras. Ao lado segue a arte do novo pôster do animado que estréia nos cinemas brasileiros apenas no dia 04 de Setembro, usando a tecnologia Disney Digital 3D.


Estúdios Pixar confirmam seu auge com o nostálgico “Up – Altas Aventuras”

Não dá nem pra comparar. A Dreamworks de Steven Spielberg pode fazer grandes sucessos como “Shrek”, mas a Pixar faz animações melhores. Depois do ousado “Wall-E”, o estúdio de John Lasseter volta com “Up – Altas Aventuras”, a primeira animação em 3D a abrir o Festival de Cannes, uma homenagem nostálgica aos grandes filmes de aventura na linha de “A Volta ao Mundo em 80 Dias”.

Viúvo e solitário, o vendedor de balões aposentado Carl Fredricksen (a cara de Spencer Tracy) está prestes a ser enviado para um asilo quando resolve fugir de maneira original: amarra centenas de balões coloridos no telhado e faz sua casa voar pelos ares, levando-o até as montanhas da América do Sul.

Só não contava que um menino teimoso, o aprendiz de escoteiro Russell, o seguisse na viagem. Lá, eles encontram um recluso explorador (a cara de Kirk Douglas, dublado por Christopher Plummer) e seu exército de cachorros falantes. A imagem da casa voando com os balões coloridos é daquelas que colam na memória. Mas mais do que belas imagens ou animação de última tecnologia, a Pixar tem sempre bons personagens e uma história nostálgica, que lembra também o otimismo e o valor da amizade dos filmes de Frank Capra nos anos 30.

“Levamos cerca de quatro anos em cada um dos nossos filmes. Nesse tempo, quase três anos são dedicados ao roteiro, mais do que os dois anos dedicados à animação”, disse Lasseter na coletiva. Sobre a honra de abrir Cannes, o diretor Pete Docter brincou: “É certamente um dos momentos mais altos de nossa carreira. Não vejo a hora de ver o povo de black-tie usando óculos 3-D na sessão de gala”.

Lasseter assumiu que “Up” tem grande influência do animador japonês Hayao Miyazaki, diretor de filmes como “A Viagem de Chihiro”. “É um mestre que celebra sempre os momentos calmos em seus filmes. Ele nos ensina que a história precisa respirar, não pode ter só ação”.

Sobre o futuro da animação, Lasseter também é nostálgico. “Todos agora querem enterrar o 2D, virou o novo bode expiatório da animação. Dizem que as pessoas não aguentam mais o 2D, mas acho que elas só não querem histórias ruins. Em breve, vamos viver um retorno da boa e velha animação a mão”, afirmou, citando o próximo projeto da Disney, o tradicional “A Princesa e o Sapo”.


Fonte: Cinema UOL

Cannes decola com filme de animação em 3D “Up”

CANNES (Reuters) – Uma comédia de aventura animada ajudou a infundir otimismo na abertura do Festival de Cinema de Cannes este ano, quando o maior e mais glamuroso evento do cinema se preparava para desenrolar o tapete vermelho, na quarta-feira.

Dirigido por Peter Docter e produzido pelo estúdio Pixar, da Disney, “Up” já foi saudado como triunfo em críticas antecipadas e foi aplaudido calorosamente na sessão inicial para a imprensa, na qual jornalistas usaram óculos especiais para enxergar seus efeitos tridimensionais.

“Uma aventura cativante de uma dupla improvável que se torna mais engraçada e empolgante à medida que avança”, foi a descrição feita pelo jornal especializado Variety do filme, história de um vendedor aposentado de balões e um escoteiro que voam para a América do Sul.

“Up” não faz parte da competição principal em Cannes, mas acrescenta ao festival o toque de magia de Hollywood que é uma parte grande da mística de Cannes e pode ajudar a contrabalançar o clima de ansiedade e cautela na cidade este ano.


Fonte: Cinema Uol

Sentimos muito pelo padre brasileiro, dizem produtores de animação da Pixar

Animação conta história de velhinho que viaja suspenso por balões. Longa-metragem foi exibido nesta manhã na programação de Cannes. Tudo não passa de uma mera coincidência, mas a história do padre brasileiro que desapareceu em Santa Catarina e foi encontrado no estado do Rio de Janeiro há cerca de um ano, ao tentar bater um recorde voando com balões de festa, emocionou a equipe de “Up – Altas aventuras”, nova animação da Disney/Pixar que foi exibida pela primeira vez à imprensa nesta quarta-feira (13) no Festival de Cannes.

Escolhido para a sessão de gala de abertura do evento, logo mais às 14h (horário de Brasília), o longa conta a história de Carl, um velhinho de 78 anos que perde a mulher e decide voar para a América do Sul amarrando milhares de bexigas coloridas em sua casa.

“Nós ouvimos falar do padre. Sentimos muito por ele”, disse o produtor-executivo Bob Peterson em entrevista coletiva nesta manhã em Cannes. “Nos Estados Unidos também tem um sujeito que junta dinheiro e duas vezes por ano sai fazendo a mesma coisa.” O episódio do padre Adelir de Carli, no entanto, não inspirou nem alterou o rumo do filme, que já vinha sendo escrito há quatro anos.

Em tom meio de brincadeira, o diretor do longa, Pete Docter, afirmou que tomou toda cautela para evitar que o feito do viúvo voador de “Up” tentasse ser repetido por desavisados em casa. “A primeira coisa que fizemos foi perguntar aos cientistas: quantos balões seriam necessários para fazer uma casa dessas levantar voo? Eles disseram: 26,5 milhões de balões. Então não há risco”, defendeu. “De todo modo, há gente que faz essas coisas mesmo assim, não seremos nós que vamos mudar isso”.

Docter revelou também que durante a fase de produção da animação, ele e sua equipe viajaram ao Brasil para visitar Roraima, especialmente as serras de escarpas típicas da região, na fronteira com a Venezuela, que serviram de inspiração para os belos cenários de “Up”. “Ficamos escalando por dez horas. Eram dez animadores suando para chegar no topo”, diverte-se o animador, que entre outros assina também a direção de “Monstros S/A”.

Herói da terceira idade
Décimo filme de longa-metragem da Pixar, “Up” segue a tradição de ousadias – alguns chamariam de risco comercial – do estúdio fundado por John Lasseter, que chegou a colocar um rato na cozinha como herói do filme “Ratatouille” e a apresentar quase 30 minutos de imagens sem diálgos na abertura de “Wall.E”. Protagonizado por um senhor da terceira idade, capaz de afastar as sempre abundantes ofertas de licenciamento no mundo da animação, “Up” aposta num ritmo mais lento, contemplativo, recheado de silêncios, que Lasseter credita à influência de Hayao Miyazaki, de “A viagem de Chihiro”.

“É o que nos permite focar nos personagens”, afirmou Lasseter na coletiva. “O importante, para mim, sempre foi achar o coração da história. Com a tecnologia que temos hoje, sei que podemos fazer sempre algo bonito, colorido, mas o mais difícil, o desafio, é encontrar o coração.”

Parte de uma tradição que começou em Cannes ainda na década de 1940, com a premiação do desenho “Dumbo”, da Disney, “Up” escreve um novo capítulo na história do festival ao transportar o público da sessão de gala de abertura ao novo mundo do cinema em tecnologia 3D. “Estou muito feliz. Abrir um dos festivais de maior prestígio do mundo é uma grande coisa nas nossas carreiras, mas o que quero ver mesmo hoje à noite é a imagem de toda essa gente dentro da sala de smoking e óculos 3D”, brinca.


Fonte: Portal G1

Festival de Cannes abre com desenho e relembra “fiasco” brasileiro

O 62º Festival de Cinema de Cannes começou nesta quarta-feira com a exibição do filme “Up – Altas Aventuras”.

Trata-se da primeira animação a abrir o evento, o que foi amplamente comentado pela impressa internacional.As revistas “Paris Match” e “Variety” comentaram a abertura, que fez história em Cannes, e lembraram o filme que abriu o festival no ano passado, “Ensaio sobre a Cegueira”, de Fernando Meirelles.

A “Variety”, revista especializada na indústria cinematográfica dos EUA, aproveitou para alfinetar o filme do diretor brasileiro –duramente criticado no ano passado pela publicação. “‘Up – Altas Aventuras’ é uma mudança profunda das aberturas em Cannes nos últimos anos, incluindo ‘Um Beijo Roubado’ e o de 2008, ‘Ensaio sobre a Cegueira’ (que teria sido mais divertido com óculos 3-D)”, publicou a revista. A “Variety” elogiou a escolha de “Up”. “Apesar de rumores incansáveis sobre a frequência, o mercado e a gripe suína, o 62º Festival de Cinema de Cannes começou nas alturas com ‘Up – Altas Aventuras’, o desenho da Disney-Pixar que trouxe um elemento de diversão –uma palavra nem sempre associado a festivais de cinema– para o Croisette”, começa o texto sobre o festival na revista.

Já a revista francesa “Paris Match” publicou um texto intitulado “L’aventure, c’est l’ouverture” (a aventura é a abertura, em tradução livre). Já na introdução, o texto informa que os produtores dos estúdios Pixar e Walt Disney tiveram sorte com a recepção favorável do filme.


Fonte: Folha Online

Leitura Extra: "UP: Altas Aventuras

Maio 31, 2009
Estreou na última sexta-feira, dia 29 de Maio, nos Estados Unidos, o 10º longa-metragem de animação da Pixar Animation Studios, “UP: Altas Aventuras“. Por sua estréia e por ser o filme a abrir o festival de Cannes, o animado foi noticia em diversos veículos nacionais como UOL Cinema, G1, Folha Online, entre outros.

O longa conta a história de Carl Fredricksen, um senhor idoso que passou toda a sua vida sonhando em explorar o planeta e viver plenamente a vida. Porém, aos 78 anos de idade, a oportunidade parece ter passado por ele até que uma reviravolta do destino e um persistente explorador da natureza de oito anos chamado Russell lhe dão uma segunda chance na vida.

O Planeta Disney traz quatro matérias que falam sobre assuntos diferentes do animado para vocês e espero que curtam as leituras. Ao lado segue a arte do novo pôster do animado que estréia nos cinemas brasileiros apenas no dia 04 de Setembro, usando a tecnologia Disney Digital 3D.


Estúdios Pixar confirmam seu auge com o nostálgico “Up – Altas Aventuras”

Não dá nem pra comparar. A Dreamworks de Steven Spielberg pode fazer grandes sucessos como “Shrek”, mas a Pixar faz animações melhores. Depois do ousado “Wall-E”, o estúdio de John Lasseter volta com “Up – Altas Aventuras”, a primeira animação em 3D a abrir o Festival de Cannes, uma homenagem nostálgica aos grandes filmes de aventura na linha de “A Volta ao Mundo em 80 Dias”.

Viúvo e solitário, o vendedor de balões aposentado Carl Fredricksen (a cara de Spencer Tracy) está prestes a ser enviado para um asilo quando resolve fugir de maneira original: amarra centenas de balões coloridos no telhado e faz sua casa voar pelos ares, levando-o até as montanhas da América do Sul.

Só não contava que um menino teimoso, o aprendiz de escoteiro Russell, o seguisse na viagem. Lá, eles encontram um recluso explorador (a cara de Kirk Douglas, dublado por Christopher Plummer) e seu exército de cachorros falantes. A imagem da casa voando com os balões coloridos é daquelas que colam na memória. Mas mais do que belas imagens ou animação de última tecnologia, a Pixar tem sempre bons personagens e uma história nostálgica, que lembra também o otimismo e o valor da amizade dos filmes de Frank Capra nos anos 30.

“Levamos cerca de quatro anos em cada um dos nossos filmes. Nesse tempo, quase três anos são dedicados ao roteiro, mais do que os dois anos dedicados à animação”, disse Lasseter na coletiva. Sobre a honra de abrir Cannes, o diretor Pete Docter brincou: “É certamente um dos momentos mais altos de nossa carreira. Não vejo a hora de ver o povo de black-tie usando óculos 3-D na sessão de gala”.

Lasseter assumiu que “Up” tem grande influência do animador japonês Hayao Miyazaki, diretor de filmes como “A Viagem de Chihiro”. “É um mestre que celebra sempre os momentos calmos em seus filmes. Ele nos ensina que a história precisa respirar, não pode ter só ação”.

Sobre o futuro da animação, Lasseter também é nostálgico. “Todos agora querem enterrar o 2D, virou o novo bode expiatório da animação. Dizem que as pessoas não aguentam mais o 2D, mas acho que elas só não querem histórias ruins. Em breve, vamos viver um retorno da boa e velha animação a mão”, afirmou, citando o próximo projeto da Disney, o tradicional “A Princesa e o Sapo”.


Fonte: Cinema UOL

Cannes decola com filme de animação em 3D “Up”

CANNES (Reuters) – Uma comédia de aventura animada ajudou a infundir otimismo na abertura do Festival de Cinema de Cannes este ano, quando o maior e mais glamuroso evento do cinema se preparava para desenrolar o tapete vermelho, na quarta-feira.

Dirigido por Peter Docter e produzido pelo estúdio Pixar, da Disney, “Up” já foi saudado como triunfo em críticas antecipadas e foi aplaudido calorosamente na sessão inicial para a imprensa, na qual jornalistas usaram óculos especiais para enxergar seus efeitos tridimensionais.

“Uma aventura cativante de uma dupla improvável que se torna mais engraçada e empolgante à medida que avança”, foi a descrição feita pelo jornal especializado Variety do filme, história de um vendedor aposentado de balões e um escoteiro que voam para a América do Sul.

“Up” não faz parte da competição principal em Cannes, mas acrescenta ao festival o toque de magia de Hollywood que é uma parte grande da mística de Cannes e pode ajudar a contrabalançar o clima de ansiedade e cautela na cidade este ano.


Fonte: Cinema Uol

Sentimos muito pelo padre brasileiro, dizem produtores de animação da Pixar

Animação conta história de velhinho que viaja suspenso por balões. Longa-metragem foi exibido nesta manhã na programação de Cannes. Tudo não passa de uma mera coincidência, mas a história do padre brasileiro que desapareceu em Santa Catarina e foi encontrado no estado do Rio de Janeiro há cerca de um ano, ao tentar bater um recorde voando com balões de festa, emocionou a equipe de “Up – Altas aventuras”, nova animação da Disney/Pixar que foi exibida pela primeira vez à imprensa nesta quarta-feira (13) no Festival de Cannes.

Escolhido para a sessão de gala de abertura do evento, logo mais às 14h (horário de Brasília), o longa conta a história de Carl, um velhinho de 78 anos que perde a mulher e decide voar para a América do Sul amarrando milhares de bexigas coloridas em sua casa.

“Nós ouvimos falar do padre. Sentimos muito por ele”, disse o produtor-executivo Bob Peterson em entrevista coletiva nesta manhã em Cannes. “Nos Estados Unidos também tem um sujeito que junta dinheiro e duas vezes por ano sai fazendo a mesma coisa.” O episódio do padre Adelir de Carli, no entanto, não inspirou nem alterou o rumo do filme, que já vinha sendo escrito há quatro anos.

Em tom meio de brincadeira, o diretor do longa, Pete Docter, afirmou que tomou toda cautela para evitar que o feito do viúvo voador de “Up” tentasse ser repetido por desavisados em casa. “A primeira coisa que fizemos foi perguntar aos cientistas: quantos balões seriam necessários para fazer uma casa dessas levantar voo? Eles disseram: 26,5 milhões de balões. Então não há risco”, defendeu. “De todo modo, há gente que faz essas coisas mesmo assim, não seremos nós que vamos mudar isso”.

Docter revelou também que durante a fase de produção da animação, ele e sua equipe viajaram ao Brasil para visitar Roraima, especialmente as serras de escarpas típicas da região, na fronteira com a Venezuela, que serviram de inspiração para os belos cenários de “Up”. “Ficamos escalando por dez horas. Eram dez animadores suando para chegar no topo”, diverte-se o animador, que entre outros assina também a direção de “Monstros S/A”.

Herói da terceira idade
Décimo filme de longa-metragem da Pixar, “Up” segue a tradição de ousadias – alguns chamariam de risco comercial – do estúdio fundado por John Lasseter, que chegou a colocar um rato na cozinha como herói do filme “Ratatouille” e a apresentar quase 30 minutos de imagens sem diálgos na abertura de “Wall.E”. Protagonizado por um senhor da terceira idade, capaz de afastar as sempre abundantes ofertas de licenciamento no mundo da animação, “Up” aposta num ritmo mais lento, contemplativo, recheado de silêncios, que Lasseter credita à influência de Hayao Miyazaki, de “A viagem de Chihiro”.

“É o que nos permite focar nos personagens”, afirmou Lasseter na coletiva. “O importante, para mim, sempre foi achar o coração da história. Com a tecnologia que temos hoje, sei que podemos fazer sempre algo bonito, colorido, mas o mais difícil, o desafio, é encontrar o coração.”

Parte de uma tradição que começou em Cannes ainda na década de 1940, com a premiação do desenho “Dumbo”, da Disney, “Up” escreve um novo capítulo na história do festival ao transportar o público da sessão de gala de abertura ao novo mundo do cinema em tecnologia 3D. “Estou muito feliz. Abrir um dos festivais de maior prestígio do mundo é uma grande coisa nas nossas carreiras, mas o que quero ver mesmo hoje à noite é a imagem de toda essa gente dentro da sala de smoking e óculos 3D”, brinca.


Fonte: Portal G1

Festival de Cannes abre com desenho e relembra “fiasco” brasileiro

O 62º Festival de Cinema de Cannes começou nesta quarta-feira com a exibição do filme “Up – Altas Aventuras”.

Trata-se da primeira animação a abrir o evento, o que foi amplamente comentado pela impressa internacional.As revistas “Paris Match” e “Variety” comentaram a abertura, que fez história em Cannes, e lembraram o filme que abriu o festival no ano passado, “Ensaio sobre a Cegueira”, de Fernando Meirelles.

A “Variety”, revista especializada na indústria cinematográfica dos EUA, aproveitou para alfinetar o filme do diretor brasileiro –duramente criticado no ano passado pela publicação. “‘Up – Altas Aventuras’ é uma mudança profunda das aberturas em Cannes nos últimos anos, incluindo ‘Um Beijo Roubado’ e o de 2008, ‘Ensaio sobre a Cegueira’ (que teria sido mais divertido com óculos 3-D)”, publicou a revista. A “Variety” elogiou a escolha de “Up”. “Apesar de rumores incansáveis sobre a frequência, o mercado e a gripe suína, o 62º Festival de Cinema de Cannes começou nas alturas com ‘Up – Altas Aventuras’, o desenho da Disney-Pixar que trouxe um elemento de diversão –uma palavra nem sempre associado a festivais de cinema– para o Croisette”, começa o texto sobre o festival na revista.

Já a revista francesa “Paris Match” publicou um texto intitulado “L’aventure, c’est l’ouverture” (a aventura é a abertura, em tradução livre). Já na introdução, o texto informa que os produtores dos estúdios Pixar e Walt Disney tiveram sorte com a recepção favorável do filme.


Fonte: Folha Online